A polícia invadiu a ocupação, agrediu e deteve estudantes.Mesmo assim, o movimento estudantil segue de pé, segue resistindo e segue lutando.
Não é a primeira vez que tentam nos calar com repressão, e não será a primeira vez que resistiremos. A história do movimento estudantil é feita de coragem, e é isso que eles não suportam: estudante organizado, consciente e lutando por direitos.
Seguimos em resistência contra a repressão e contra o desgoverno de Tarcísio de Freitas.
Lutar por educação não é crime. Estudante não é bandido.
Veja vídeo:
Veja carta dos estudantes:
O Movimento Escolas em Luta manifesta sua solidariedade aos estudantes do estado de São Paulo que foram agredidos pela Polícia Militar na última madrugada, enquanto exerciam seu direito legítimo de manifestação na ocupação da Secretaria da Educação.
É inadmissível que jovens que lutam por melhores condições de ensino, infraestrutura adequada e participação nas decisões sobre a educação pública sejam tratados com violência. A escola deve ser espaço de formação, diálogo e construção democrática, nunca de repressão.
A ocupação estudantil é uma forma histórica de mobilização, utilizada quando os canais institucionais deixam de garantir escuta e resposta às demandas da comunidade escolar. Tratar essa expressão legítima como caso de polícia representa um grave retrocesso e uma ameaça aos direitos democráticos.
Os relatos de agressões e de restrições ao acesso a itens básicos, como água e alimentação, são extremamente preocupantes e precisam ser apurados com rigor. É fundamental garantir a integridade física dos estudantes e o respeito à sua organização.
Reforçamos a importância das pautas apresentadas pelo movimento estudantil, que incluem a defesa da escola pública, a valorização da participação estudantil, melhores condições nas unidades de ensino e mais investimentos na educação.
O Movimento Escolas em Luta se soma às entidades estudantis e a toda a comunidade escolar na defesa de uma educação pública de qualidade, democrática e inclusiva. Quando estudantes são atacados, é a própria educação que está sob ameaça.
Seguiremos ao lado da juventude que se organiza e luta por seus direitos, reafirmando que a construção de um futuro mais justo passa, necessariamente, pelo fortalecimento da educação pública.
MOVIMENTO ESCOLAS EM LUTA




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