24/01/2026

DE NOVO, NA PRAÇA, EXIGIMOS DO GOVERNO TARCÍSIO DE FREITAS RESPEITO E DIREITOS!


Na sexta-feira, 23 de janeiro, com participação de professores, estudantes, funcionários, pais e mães atípicos, movimentos sociais e

outros segmentos, novamente cerca de 8 mil pessoas participaram de

uma manifestação para cobrar atribuição de aulas justa e transparente, condições de trabalho e demais direitos da nossa categoria e dos

estudantes e suas famílias.

Não à atribuição injusta

e bagunçada de Tarcísio

O ato teve como um de seus eixos centrais a denúncia da injusta,

bagunçada e desrespeitosa atribuição de aulas que deixa milhares de

professores efetivos sem aulas – alguns com 20, 25, 30 anos na rede

estadual – como adidos nas Unidades Regionais de Ensino (UREs), ou

atendidos apenas parcialmente e, em muitos casos, constituindo suas

jornadas de trabalho em diversas escolas, inclusive em municípios diferentes. Isto é resultado da famigerada “avaliação de desempenho”,

que expulsa professores de suas escolas e também do fechamento de

classes, entre outras medidas autoritárias.

Isto nos indica perspectivas muito preocupantes para a atribuição de

aulas dos professores da categoria O, em decorrência da avaliação de

desempenho e diversas possibilidades de cancelamento de contratos.

Como já denunciamos, o governo Tarcísio de Freitas tentou realizar

uma atribuição on-line, após ter concordado com a atribuição presencial. Pressionado a realizar a atribuição presencial, impôs um sistema

informatizado repleto de falhas, lentidão, paralisações, exclusão de

docentes da lista de classificação e muitas outras ocorrências. Afinal,

além da incompetência, essas falhas indicam a intenção de desacreditar

a atribuição presencial. Não vão conseguir!

APEOESP atenta e vigilante na

fiscalização e defesa dos professores

A APEOESP está presente nos locais de atribuição, vigilante, fiscalizando, defendendo cada professor e professora e exigindo solução para

3

Secretaria de Comunicação

cada problema. Também o departamento jurídico da APEOESP trabalha

dia e noite, ingressando com as ações judiciais cabíveis e orientando

todos os docentes.

Estamos firmes, estamos fortes e resistentes contra os ataques de

Tarcísio de Freitas e seu governo.

Reajuste do piso, não abono!

Entre as nossas lutas, também devemos exigir que Tarcísio de Freitas

aplique o reajuste de 5,4% do piso salarial nacional, encaminhado pelo

presidente Lula no Congresso Nacional, no salário-base, com repercussão na carreira. Chega de abono complementar!

Pela retirada da Reforma

Administrativa da Educação da ALESP

Lutaremos pela retirada do PL 1616/2025 que Tarcísio enviou para a

ALESP, configurando uma Reforma Administrativa da Educação, retirando

direitos garantidos no Estatuto dos Servidores, no Estatuto do Magistério

e outras legislações.

APEOESP atenta e vigilante na 

fiscalização e defesa dos professores

A APEOESP está presente nos locais de atribuição, vigilante, fiscali

zando, defendendo cada professor e professora e exigindo solução para 


cada problema. Também o departamento jurídico da APEOESP trabalha 

dia e noite, ingressando com as ações judiciais cabíveis e orientando 

todos os docentes.

Estamos firmes, estamos fortes e resistentes contra os ataques de 

Tarcísio de Freitas e seu governo.

Reajuste do piso, não abono!

Entre as nossas lutas, também devemos exigir que Tarcísio de Freitas 

aplique o reajuste de 5,4% do piso salarial nacional, encaminhado pelo 

presidente Lula no Congresso Nacional, no salário-base, com repercus

são na carreira. Chega de abono complementar!

Pela retirada da Reforma 

Administrativa da Educação da ALESP

Lutaremos pela retirada do PL 1616/2025 que Tarcísio enviou para a 

ALESP, configurando uma Reforma Administrativa da Educação, retirando 

direitos garantidos no Estatuto dos Servidores, no Estatuto do Magistério 

e outras legislações.

II ENCONTRO ESTADUAL DE 

PROFESSORES, PAIS, MÃES E 

ESTUDANTES ATÍPICOS REAFIRMA 

LUTA DA APEOESP POR INCLUSÃO 

Com 400 pessoas superlotando o auditório, a APEOESP realizou na sexta--feira, 23 de janeiro, na sede central, o II Encontro Estadual de Professores, 

pais, mães e estudantes atípicos para debater as necessidades das pessoas 

com deficiência e atípicas na rede estadual de ensino, necessidades essas 

que não vem sendo atendidas pelo governo de Tarcísio de Freitas.

Participaram como convidados e palestrantes a defensora pública 


Renata Tibiriçá, Sara Lustosa Rodrigues, pedagoga e professora da rede 

estadual de ensino, Thiago Viana, deficiente físico e professor da rede 

estadual, Tatiana Aparecida Machado, mãe atípica.

A atribuição de aulas mostra mais uma vez o descompromisso de 

Tarcísio e seu governo com a inclusão, sem a garantia da permanência 

dos atuais professores auxiliares e, menos ainda, da ampliação deste 

quadro.

Nosso sindicato está profundamente engajado nesta luta e criou 

uma secretaria específica para as lutas das pessoas com deficiência. É 

necessário ampliação da acessibilidade, formação continuada, melhores 

condições de trabalho, valorização e políticas para a educação inclusiva.

Reafirmamos nossa disposição redobrada para cobrar do governo 

Tarcísio de Freitas para que garanta professores auxiliares nas salas 

de aula, não somente profissionais com formação de nível médio, que 

embora sejam competentes para atender necessidades físicas, não tem 

a formação pedagógica para assegurar a aprendizagem desses estudan

tes, que é um direito inalienável, como de todos os demais estudantes.

Vamos até o fim na luta por Educação Especial Inclusiva, que verda

deiramente atenda todas as necessidades assistenciais e de aprendi

zagem dos estudantes e também professores atípicos e com deficiência 

na rede estadual de ensino.

Secretaria de Comunicação


I

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