Na sexta-feira, 23 de janeiro, com participação de professores, estudantes, funcionários, pais e mães atípicos, movimentos sociais e
outros segmentos, novamente cerca de 8 mil pessoas participaram de
uma manifestação para cobrar atribuição de aulas justa e transparente, condições de trabalho e demais direitos da nossa categoria e dos
estudantes e suas famílias.
Não à atribuição injusta
e bagunçada de Tarcísio
O ato teve como um de seus eixos centrais a denúncia da injusta,
bagunçada e desrespeitosa atribuição de aulas que deixa milhares de
professores efetivos sem aulas – alguns com 20, 25, 30 anos na rede
estadual – como adidos nas Unidades Regionais de Ensino (UREs), ou
atendidos apenas parcialmente e, em muitos casos, constituindo suas
jornadas de trabalho em diversas escolas, inclusive em municípios diferentes. Isto é resultado da famigerada “avaliação de desempenho”,
que expulsa professores de suas escolas e também do fechamento de
classes, entre outras medidas autoritárias.
Isto nos indica perspectivas muito preocupantes para a atribuição de
aulas dos professores da categoria O, em decorrência da avaliação de
desempenho e diversas possibilidades de cancelamento de contratos.
Como já denunciamos, o governo Tarcísio de Freitas tentou realizar
uma atribuição on-line, após ter concordado com a atribuição presencial. Pressionado a realizar a atribuição presencial, impôs um sistema
informatizado repleto de falhas, lentidão, paralisações, exclusão de
docentes da lista de classificação e muitas outras ocorrências. Afinal,
além da incompetência, essas falhas indicam a intenção de desacreditar
a atribuição presencial. Não vão conseguir!
APEOESP atenta e vigilante na
fiscalização e defesa dos professores
A APEOESP está presente nos locais de atribuição, vigilante, fiscalizando, defendendo cada professor e professora e exigindo solução para
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Secretaria de Comunicação
cada problema. Também o departamento jurídico da APEOESP trabalha
dia e noite, ingressando com as ações judiciais cabíveis e orientando
todos os docentes.
Estamos firmes, estamos fortes e resistentes contra os ataques de
Tarcísio de Freitas e seu governo.
Reajuste do piso, não abono!
Entre as nossas lutas, também devemos exigir que Tarcísio de Freitas
aplique o reajuste de 5,4% do piso salarial nacional, encaminhado pelo
presidente Lula no Congresso Nacional, no salário-base, com repercussão na carreira. Chega de abono complementar!
Pela retirada da Reforma
Administrativa da Educação da ALESP
Lutaremos pela retirada do PL 1616/2025 que Tarcísio enviou para a
ALESP, configurando uma Reforma Administrativa da Educação, retirando
direitos garantidos no Estatuto dos Servidores, no Estatuto do Magistério
e outras legislações.
APEOESP atenta e vigilante na
fiscalização e defesa dos professores
A APEOESP está presente nos locais de atribuição, vigilante, fiscali
zando, defendendo cada professor e professora e exigindo solução para
cada problema. Também o departamento jurídico da APEOESP trabalha
dia e noite, ingressando com as ações judiciais cabíveis e orientando
todos os docentes.
Estamos firmes, estamos fortes e resistentes contra os ataques de
Tarcísio de Freitas e seu governo.
Reajuste do piso, não abono!
Entre as nossas lutas, também devemos exigir que Tarcísio de Freitas
aplique o reajuste de 5,4% do piso salarial nacional, encaminhado pelo
presidente Lula no Congresso Nacional, no salário-base, com repercus
são na carreira. Chega de abono complementar!
Pela retirada da Reforma
Administrativa da Educação da ALESP
Lutaremos pela retirada do PL 1616/2025 que Tarcísio enviou para a
ALESP, configurando uma Reforma Administrativa da Educação, retirando
direitos garantidos no Estatuto dos Servidores, no Estatuto do Magistério
e outras legislações.
II ENCONTRO ESTADUAL DE
PROFESSORES, PAIS, MÃES E
ESTUDANTES ATÍPICOS REAFIRMA
LUTA DA APEOESP POR INCLUSÃO
Com 400 pessoas superlotando o auditório, a APEOESP realizou na sexta--feira, 23 de janeiro, na sede central, o II Encontro Estadual de Professores,
pais, mães e estudantes atípicos para debater as necessidades das pessoas
com deficiência e atípicas na rede estadual de ensino, necessidades essas
que não vem sendo atendidas pelo governo de Tarcísio de Freitas.
Participaram como convidados e palestrantes a defensora pública
Renata Tibiriçá, Sara Lustosa Rodrigues, pedagoga e professora da rede
estadual de ensino, Thiago Viana, deficiente físico e professor da rede
estadual, Tatiana Aparecida Machado, mãe atípica.
A atribuição de aulas mostra mais uma vez o descompromisso de
Tarcísio e seu governo com a inclusão, sem a garantia da permanência
dos atuais professores auxiliares e, menos ainda, da ampliação deste
quadro.
Nosso sindicato está profundamente engajado nesta luta e criou
uma secretaria específica para as lutas das pessoas com deficiência. É
necessário ampliação da acessibilidade, formação continuada, melhores
condições de trabalho, valorização e políticas para a educação inclusiva.
Reafirmamos nossa disposição redobrada para cobrar do governo
Tarcísio de Freitas para que garanta professores auxiliares nas salas
de aula, não somente profissionais com formação de nível médio, que
embora sejam competentes para atender necessidades físicas, não tem
a formação pedagógica para assegurar a aprendizagem desses estudan
tes, que é um direito inalienável, como de todos os demais estudantes.
Vamos até o fim na luta por Educação Especial Inclusiva, que verda
deiramente atenda todas as necessidades assistenciais e de aprendi
zagem dos estudantes e também professores atípicos e com deficiência
na rede estadual de ensino.
Secretaria de Comunicação
I

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