quinta-feira, 26 de abril de 2018

Vereadores mudam de opinião e hoje propõe o mesmo projeto que criticaram em 2016





Este Blog foi conferir o que consta do texto do abaixo assinado sobre a mudança de posição dos vereadores e encontrou estes print que mostram que anteriormente eram contrários a esta mudança.
Em 2016, o ex vereador Kalunga propôs a mudança de horário da sessão para o período da tarde e os atuais vereadores Toco e Jean usaram suas redes sociais para serem totalmente contra confirmem mostram seus perfis de pessoas públicas.
Era comum na administração passada usarem argumentos que seria prejudicial ao mandato dos então vereadores Donizete e Guto Issa.
E hoje ?
Não prejudica o vereador Guto Issa?
Porque esta mudança de opinião?
Seria porque o vereador Guto vem fazendo seu mandato de forma imparcial cobrando a questão da empresa de ônibus, o descaso com as escolas, com os funcionários?
Seria uma birra contra um vereador?
Por que ao invés de argumentaram sobre economia de energia não pensam numa economia na redução dos salários dos políticos de maneira geral?
População, quem se sentir prejudicado e não concordar assine o abaixo assinado e vote na enquete e mostre sua opinião.




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Abraço de afogados e o “catadão” de Barbosa

dobrad
A notícia do dia, ainda que publicada com várias ressalvas sobre sua viabilidade, é manchete no Estadão: uma aliança eleitoral (a política já existe desde que o golpe passou a ser tramado) entre Geraldo Alckmin e Michel Temer, cabendo a este indicar Henrique Meirelles como vice em chapa encabeçada pelo tucano.
Pode, claro, ser balão de ensaio e ser mais uma novidade natimorta, tamanhas são as dificuldades e resistências criadas pelas muitas bocas para pouca farinha. Mas é sinal que o PSDB tem sua base paulista de tal modo corroída que aceita assumir a alça do caixão de Temer em nome de uma composição que lhe deixe São Paulo nas mãos.
Michel Temer, ou quem ele venha a fazer de “preservador de seu legado” sabe que não irá, com toda a máquina partidária, a mais de um dígito nas preferências eleitorais. Geraldo Alckmin, idem.
Como a soma, em eleições, não é uma operação aritmética, é provável que os dois, juntos, também não consigam mais do que separados, exceto nas eleições paulistas.
É mais significativo o que vem daí em matéria de percepção política: uma chapa PSDB + (P)MDB é a representação eleitoral do golpe de Estado e da anormalidade em que o país foi lançado.
É o lado de lá, que deixa o “muro” para outra ave de arribação: Joaquim Barbosa.
Que, apesar da simpatia da mídia como solução possível é ruim, muito ruim de “papo”.
No mesmo Estadão, na sua possível pré-estréia como candidato, dá uma estranha “entrevista” que, embora matéria longa, só contém duas declarações do pré-candidato: a de que não é “favorável a posições ultraliberais” – ele “explica” que, vejam só, vê “inadequação à nossa ‘engenharia social’ dessas soluções meramente livrescas, puramente especulativas” – e que, por ser funcionário público desde jovem, conhece “as virtudes e defeitos, visíveis e invisíveis” do Estado brasileiro.
E mais não disse e, ao que parece, nem lhe foi perguntado, numa matéria que tem todo o jeito de um “catadão” para arranjar algum caldo que apresente a candidatura de Barbosa como algo minimamente substancioso. Até a lista de livros que ele diz ter lido entra na dança.