09/06/2026

Lula assina Estatuto da Segurança Privada: 'Estabelecimento da dignidade profissional'

 

Governo do Brasil avança na discussão para ampliar mistura de etanol na gasolina

 

Decretos oficializam conselhos nacionais das polícias civis e militares e de bombeiros

 

Toffoli toma posse no TSE e diz que Justiça não decide eleição

 

Mega-Sena acumula e prêmio principal vai para R$ 8 milhões

 

TSE adia decisão sobre suspensão de pesquisa de voto para presidente

 

Ato em SP pede manutenção de norma sobre aborto em casos de estupro

 

Morre aos 86 anos o cineasta Orlando Senna, referência do audiovisual

 

CFM lança sistema de IA para ampliar fiscalização do ato médico

 

Senado aprova proteção a trabalhadores resgatados de trabalho escravo

 

Também penta, seleção de futebol de cegos terá filme exibido nos EUA

CCJ da Câmara adia análise da PEC da redução da maioridade penal

 

Rioprevidência anuncia reversão de recursos de custeio para benefícios

 

Senadores criticam falta de dados sobre socorro bilionário ao BRB

 

Pesquisas sobre saúde da mulher terão investimentos de R$ 60 milhões

 


 Agência Brasil

Parceria entre MCTI e Instituto Alana foi anunciada hoje em Brasília
Gilberto Costa - Repórter da Agência Brasil
Publicado em 09/06/2026 - 19:09
Brasília 
Brasília (DF), 09/06/2026 - Ministra Luciana Santos e presidente do Instituto Alana, jutamente com o ministro da Saúde Alexandre Padilha e a Primeira-dama do Brasil, Janja Lula da Silva, anunciam investimento de R$ 60 milhões para pesquisa em endometriose, dor pélvica e saúde menstrual. As pesquisas devem contribuir para reduzir lacunas de conhecimento sobre a endometriose, que afeta cerca de uma em cada dez meninas e mulheres, segundo estimativas globais divulgadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Foto: Rodrigo Cabral/ASCOM/MCTI
© Rodrigo Cabral/ASCOM/MCTI
Versão em áudio

O ministério da Ciência Tecnologia e Inovação (MCTI), e o Instituto Alana irão destinar R$ 60 milhões para financiar pesquisas e o desenvolvimento de tecnologias para diagnóstico e tratamento de endometriose, dor pélvica e melhoria da saúde menstrual – problemas que afetam 10% de mulheres em idade fértil, inclusive adolescentes.

As causas da endometriose não são conhecidas. As hipóteses de especialistas relacionam a fatores genéticos, hormonais, imunológicos e o percurso do sangue menstrual em direção à cavidade abdominal.

Do total anunciado nesta terça-feira (9) em Brasília, R$ 50 milhões serão desembolsados pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) em editais de pesquisa e inovação da saúde da mulher. 

Os outros R$ 10 milhões serão providos pelo Instituto Alana para a criação de uma rede nacional de pesquisa especializada em saúde da mulher.

Problema de saúde pública

Segundo a ministra Luciana Santos, os investimentos são uma resposta do Estado para um problema de saúde pública. 

“Demonstram o compromisso do Governo do Brasil com a ciência como instrumento de cuidado, inclusão e promoção da qualidade de vida das mulheres brasileiras.”

“O que não é pesquisado não é compreendido. O que não é compreendido não é tratado”, disse a CEO do Instituto Alana, Flavia Doria. 

O diagnóstico precoce da endometriose permite um melhor tratamento médico, promove a redução das dores e evita o agravamento da doença.

“Quanto mais tarde essa dor é tratada, maior o preço. O corpo aprende a sentir essa dor. Com o tempo, os mecanismos de inflamação se acumulam. O que não foi cuidado na adolescência podem se tornar dores crônicas na vida adulta”, alerta a CEO do Instituto Alana.

Atendimento do SUS

Conforme o portal do Ministério da Saúde, a endometriose é uma doença caracterizada pelo desenvolvimento e crescimento de estroma e glândulas endometriais (partes do tecido que reveste o útero internamente) fora da cavidade uterina. 

Esse deslocamento do tecido pode provocar uma reação inflamatória crônica, com taxa de prevalência estimada entre 5% e 15% das mulheres em idade reprodutiva.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, presente no anúncio, avalia que há pouca visibilidade das doenças que afligem às mulheres. Ele tem a expectativa que as pesquisas que serão feitas permitirão “construir uma política pública robusta” e melhorar o atendimento às mulheres no Sistema único de Saúde (SUS).

“É fundamental avaliar a qualidade do que está sendo entregue e desenvolver novas tecnologias”, defendeu o ministro.

MP pede medida de prevenção de impacto do EL Niño na Baixada Santista

 

Situação dos oceanos é grave e demanda ação global urgente, diz ONU

 

STJ nega habeas corpus para influenciadora Deolane Bezerra

 

Cristiano Ronaldo e Lionel Messi preparam "última dança" na Copa

 

Governo prevê aumento de etanol na gasolina de 30% para até 32%

MEC libera consulta a vagas no ensino superior pelo Sisu+

 

Com Ederson, Brasil reúne representantes de 78 clubes em Copas