sexta-feira, 20 de outubro de 2017

21 /10 ás 20 hs e dia 22/10 ás 18 hs na sala Multiuso: COMPANHIA DE EROS apresenta a ‎peça teatral "Mais uma Vez "














OUT21

Peça teatral "Mais uma Vez "

Público
 · Organizado por COMPANHIA DE EROS

  •     
    21 de outubro – 22 de outubro
    21 de outubro às 20:00 a 22 de outubro às 18:00
  •     
        
    Brasital Cultural
    Av. Aracaí, 250 - Centro, 18130-440 São Roque


Detalhes
SINOPSE

“MAIS UMA VEZ...”
(Baseado em Peças e Pessoas de Luis Alberto de Abreu, adaptação de Lisa Camargo para Companhia de Eros)

Uma fábula sobre um reino distante no tempo chamado Navarro. Nesse antigo Reino, dois povos, que há muito tempo se matavam nas guerras, encontraram uma fórmula de conviver pela alternância de poder disputado através de um jogo, o xadrez..
“Mais uma vez...” é o 30° trabalho da Companhia de Eros em seus 7 anos de criação.

Elenco:

Bruna Oliveira;
Gabriel Messias;
Gustavo Momma;
Joaquim Marques;
João Guilherme;
Julia Soares;
Larissa Drew;
Ludi Lima;
Rafaela Ferraz;
Renata Pavin.

Direção compartilhada: Lisa Camargo e Lelis Andrade.

Informações adicionais

Apresentações:
21/10 - 20 horas;
22/10 - 18 horas.
Local da apresentação: Sala Multiuso.
Público máximo: 30 lugares.
Retirada de ingresso com 1 hora de antecedência.
Indicado para maiores de 14 anos.

Entrada GRATUITA, mas saída PAGA (contribuição no chapéu).

Apoios:

Conselho Municipal de Cultural - São Roque;
Divisão de Cultura;
D'aisa Produções Culturais.

Mello Franco: Raquel cala a boca de Geddel. Será?

petshoparoeira
Bernardo Mello Franco, na Folha de hoje, chama a atenção para um ponto para lá de suspeito no parecer da procuradora-geral Raquel Dodge contra a concessão de prisão domiciliar ao ex-ministro Geddel Vieira Lima, o homem do apartamento de R$ 51 milhões: é que, ao apontá-lo como “líder de organização criminosa”, pela lei, Dodge fecha a porta para uma eventual delação do há décadas cúmplice de Michel Temer.
Até a posse de Dodge, o Ministério Público via o ex-ministro como integrante do segundo escalão do quadrilhão do PMDB. O novo parecer parece apontar duas mudanças importantes para o futuro da Lava Jato.
Na primeira, a Procuradoria passaria a entender que Geddel não cumpria as ordens de um chefe. Na segunda, ele perderia as condições de fechar uma delação, já que o acordo não pode ser oferecido a quem está no comando da gangue. Nos dois casos, o maior beneficiário do parecer de Dodge seria quem a nomeou.
Sim, parece, mas a nova procuradora também não amarra definitivamente suas mãos, colocando um “parece” antes da definição – algo esdrúxula, visto que Geddel, está claro, atuava dentro da quadrilha que se referenciava no poder de Michel Temer – como chefe da quadrilha:
“Mesmo em crimes de colarinho branco, são cabíveis medidas cautelares penais com a finalidade de acautelar o meio social, notadamente porque a posição assumida por Geddel parece ter sido a de líder da organização criminosa”, escreveu Dodge.
Sem os espetáculos que marcavam as manifestações de Rodrigo Janot, resta alguma esperança – sem ela, podemos viver? – de que Raquel Dodge esteja, ao contrário do que aparenta, abrindo a porta para a possível delação.
Porque, para ter direito a ela, o “banco Geddel” terá de dizer que não era o chefe, mas o arrecadador e fiel depositário  do verdadeiro chefe da organização criminosa.
Cuja identidade não rende nem mesmo um romance de suspense policial.

dia 21/10 das 14 ás 22 hs: Cursos de eneagrama em São Roque


OUT21

Workshop de Eneagrama - Tipos e Subtipos

Público
 · Organizado por Enéade

Orçamento 2018 São Roque : corte no custeio e em material de consumo (-46%), baixo crescimento do gasto com pessoal e aumento dos investimentos







O Governo municipal enviou  e vamos mostrar o s principais números e problemas. Na LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) para 2018, vemos que a previsão de inflação é negativa em 0,6% e uma queda do PIB paulista de mais de 10%. Estas previsões são importantes, pois são a base da previsão do crescimento da receita e da despesa  no orçamento, e tudo indica que deveriam ter sido revistas. Tanto o governo federal como o paulista trabalha com um cenário mais favorável, tendo 4,2% de inflação  e crescimento do PIB de 2%.
O prefeito Municipal na mensagem aponta a existência de um “cenário ainda mais restritivo para o próximo ano, em que a economia brasileira parece não evoluir, apresentando baixo crescimento econômico e elevação do nível geral de preços”, como se observa esta visão do Poder Executivo se quer  dialoga com a previsão da LDO.
Desta forma, estas previsões redundaram em um crescimento de 1,32% da receita e de 3,39% da despesa frente a o ano anterior.
Receita:
Principais quedas:
A receita  corrente apresenta queda de R$ 5,18 milhões, puxada pela queda da receita patrimonial (R$ 2,18 milhões), de R$ 5,1 milhões nas transferências federais e estaduais, com destaque a redução de R$ 9,3 milhões da receita do ICMS, redução de R$ 5,5 milhões pra outras transferências correntes.A previsão de arrecadação do ISSQN apresenta queda de 9,43% ou R$ 2,5 milhões.
Por outro lado destacamos algumas elevações como da receita tributária com alta de 9%, sendo puxada pelo crescimento da arrecadação do  IPTU (+ R$ 2,6 milhões)  e de taxas (+R$ 997 mil) em  17%. As receitas de contribuições do servidores públicos crescem 27.9%. Já, as receitas de capital cresceram R4 5 milhões devido a venda ou alienação de bens.
Despesas:
O gasto de pessoal cresce apenas 1,53% ante uma inflação prevista na 
casa dos 4%.O custeio da prefeitura cairá R$ 2 milhões ou quase 1,8%.Já os investimentos aumentaram R$ 2,76 milhões ou 22,5%. A prefeitura pela primeira vez no projeta um superávit, mas não há deficit, apenas aumentou a despesa com contingência, reserva no caso de desastres naturais, de R$ 2,2  milhões para R$ 7,57 milhões.
Com a falta de uma metodologia clara de previsão da receita e da despesa, verificamos que o orçamento continuará com a marca de arrocho fiscal draconiano, com limitação severa para o crescimento de reajuste salarial e com cortes no custeio.

Orçamento
Orçamento
Variação
variação
Receita
2017
2018
Nominal
Percentual
Receita Corrente
267.329.700
262.149.500
-5.180.200
-1,94%
Tributária
56.574.500
61.657.100
5.082.600
8,98%
Contribuições
9.472.000
12.114.500
2.642.500
27,90%
Patrimonial
4.920.500
2.734.900
-2.185.600
-44,42%
Transferências Correntes
185.274.700
180.129.200
-5.145.500
-2,78%
Outras Transferências correntes
11.088.000
5.513.800
-5.574.200
-50,27%
Receita de contribuições- Intra orçamentária
10.150.000
12.989.000
2.839.000
27,97%
Dedução da Receita corrente
20.248.000
19.642.000
-606.000
-2,99%
Total- Receita corrente
257.231.700
255.496.500
-1.735.200
-0,67%
Receitas de Capital
4.002.500
9.003.500
5.001.000
124,95%
Alienação de Bens
2.500
5.003.500
5.001.000
200040,00%
Transferências de Capital
4.000.000
4.000.000
0
0,00%
Total do Orçamento
261.054.200
264.500.000
3.445.800
1,32%
Despesa
2017
2.018
variação
variação
Despesa corrente
240.952.832
241.031.500
78.668
0,03%
Pessoal
128.570.500
130.534.500
1.964.000
1,53%
Juros
99.000
220.000
121.000
122,22%
Outras Despesas   correntes
112.283.332
110.277.000
-2.006.332
-1,79%
Despesas de Capital
12.668.600
15.892.500
3.223.900
25,45%
Investimentos
12.318.600
15.088.500
2.769.900
22,49%
amortização da dívida
350.000
804.000
454.000
129,71%
Reserva de contigência
2.200.768
7.576.000
5.375.232
244,24%
Total da Despesa
255.822.200
264.500.000
8.677.800
3,39%
superávit
5.232.000,00
0,00
-5.232.000
-100,00%

Detalhando o gasto com pessoal e o custeio:
Por elemento econômico é possível um detalhamento dos gastos, no caso de pessoal, se consta crescimento de R$ 3 milhões da despesa com aposentadoria (39%) e crescimento de apenas 0,93% com vencimentos e vantagens do servidor.
Ainda chama a atenção para o gasto com material de consumo que cairá 46% ou R$ 12,4 milhões, sinalizando que a falta gritante de material continuará a ser cotidiana em toda a administração municipal.

Orçado 2018
Orçado 2017
Variação
Variação
DESPESAS CORRENTES
241.031.500
240.852.832
178.668
0,07%
PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS
130.534.500
128.570.500
1.964.000
1,53%
APOSENTADORIAS E REFORMAS
10.932.000
7.864.000
3.068.000
39,01%
VENCIMENTOS E VANTAGENS FIXAS - PESSOAL CIVIL
95.655.000
94.776.000
879.000
0,93%
OUTRAS DESPESAS CORRENTES
110.277.000
112.183.332
-1.906.332
-1,70%
MATERIAL DE CONSUMO
14.618.800
27.082.300
-12.463.500
-46,02%
Considerações finais:
A LDO de 2018 prevê que o prefeito tenha 10% da margem de remanejamento no orçamento, bem diferente do último
prefeito que só tinha 1%. Isto ainda pode levar a questionamentos do Tribunal de Contas que só prevê algo próximo a inflação de 4 a 5%.

Exatamente por isto, o governo municipal joga o orçamento para baixo, visando ter excesso de arrecadação, isto quando a receita arrecada é maior que a prevista. Claro que com a exceção de Educação e saúde  que tem recursos vinculados e que o mais tem de ser gasto nestas áreas, mas o prefeito tem o poder de gastar onde achar mais interessante, inclusive na educação.
Outro ponto é que a prefeitura pretende continuar com o discurso da crise para justificar os cortes que está fazendo e por isso é tão importante destacar o crescimento da receita.E ir mostrando que os cortesão uma opção política e estilo de governo.