Em 2026, a Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo completa 30 anos — e não há nada de neutro nisso. São três décadas de luta, coragem e ocupação. Não celebramos apenas uma história: afirmamos uma posição.
Essa trajetória começa antes da avenida. Em 1996, na Praça Roosevelt, poucas pessoas enfrentaram o medo para dizer o óbvio: nossas vidas importam. No ano seguinte, ocupamos a Avenida Paulista, e nunca mais saímos.
Porque a rua não é concessão. É conquista. É território político. E quem não ocupa, é apagado.
Crescemos de milhares para milhões. Mas tamanho não garante direitos. O que garante é mobilização, pressão e organização social. Nenhuma conquista veio por acaso, todas passaram pela rua antes de chegar nos tribunais.
A rua convoca. A urna confirma.
Veja a programação:

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