
Em dois meses, Michel Temer editou 16 medidas provisórias, entre outros pontos, para redução dos ministérios, para criar gastos extras, para tentar incentivar as concessões, para alteração nas regras de financiamento estudantil (retirada de subsídio aos bancos) e até em um recuo: a recriação do Ministério da Cultura; saldo o projeta como o presidente da República que mais adotou a medida no início de uma gestão desde Fernando Collor (1990), que sofreu impeachment; um auxiliar presidencial teria dito que o número de MPs foi motivado pela urgência de Temer de mostrar que trabalha para retirar o país da crise e retomar a confiança
Em dois meses, Michel Temer editou 16 medidas provisórias, entre outros pontos, para redução dos ministérios, para criar gastos extras, para tentar incentivar as concessões, para alteração nas regras de financiamento estudantil (retirada de subsídio aos bancos) e até em um recuo: a recriação do Ministério da Cultura; saldo o projeta como o presidente da República que mais adotou a medida no início de uma gestão desde Fernando Collor (1990), que sofreu impeachment; um auxiliar presidencial teria dito que o número de MPs foi motivado pela urgência de Temer de mostrar que trabalha para retirar o país da crise e retomar a confiança

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