Fontes próximas a Dilma Rousseff negam que ela tenha mandado sacrificar o labrador Nego, seu companheiro do Palácio da Alvorada, quando se mudou para Porto Alegre (RS), na semana passada; o boato sobre o assunto partiu da imprensa e ganhou as redes sociais neste sábado 10; "Ela não teria coragem de fazer isso. O animal ficou em Brasília, na casa de um ex-assessor de Dilma", disse um auxiliar
247 - Fontes próximas a Dilma Rousseff negam que ela tenha mandado sacrificar o labrador Nego, seu companheiro do Palácio da Alvorada, em Brasília, quando se mudou para Porto Alegre (RS), na semana passada.
O boato sobre o assunto partiu da imprensa e ganhou as redes sociais neste sábado 10. "Ela não teria coragem de fazer isso. O animal ficou em Brasília, na casa de um ex-assessor de Dilma", disse um assessor próximo, segundo o site Metrópoles, da capital federal.
Segundo a assessoria do Planalto, uma veterinária alertou que o cão não aguentaria uma longa viagem até a capital gaúcha, para morar com Dilma, por já estar em idade muito avançada e doente.
Dilma herdou o cachorro de José Dirceu, que cuidava dele quando comandava a Casa Civil durante seu governo.
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