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Inspeção ampliada
Geraldo Alckmin deverá enviar à Assembleia projeto que estende a inspeção veicular a todos os municípios da Região Metropolitana de São Paulo, tema que suscita polêmica no cinturão eleitoral de maior fragilidade para o PSDB. A vistoria hoje é obrigatória apenas na capital, com taxa anual de R$ 61,98, valor contestado na Justiça pela oposição a Gilberto Kassab. Mesmo diante da controvérsia, a base governista acredita na aprovação do texto, amparada no argumento do ganho ambiental, já que o objetivo declarado é controlar a emissão de gases poluentes pelos escapamentos dos carros. Num segundo estágio, a ideia é levar a inspeção veicular também ao interior. Exemplar 1 No círculo próximo de Alckmin, há quem defenda que o governador faça com Márcio França (Turismo) "o que Covas fez com Cabrera". Em 1996, Antonio Cabrera chefiava a pasta da Agricultura, na cota do então PFL, quando o partido resolveu apoiar Celso Pitta para a prefeitura da capital. Covas despachou o secretário imediatamente. Exemplar 2 No comando do PSB estadual, França participou, ao lado do presidente nacional da sigla, Eduardo Campos, de toda a negociação para atrair Gilberto Kassab (DEM) -cujo projeto maior, com ou sem "partido-dormitório", é enfrentar Alckmin em 2014. Ao governador França chegou a dizer que apenas Campos tratara do assunto. Deixa estar Quem conhece Alckmin acha improvável uma degola imediata, mas aposta que França -diferentemente de Guilherme Afif (DEM), que já anunciou disposição de seguir Kassab para onde for, mas está protegido pelo posto de vice- tem os dias contados. http://www1.folha.uol.com.br/fsp/poder/po1003201101.htm
Montadoras modificam o cotidiano do
interior
Piracicaba, Sorocaba e Jacareí vivem nova rotina com chegada de fábricas Comércio e serviços de cidades do interior de SP começam a sentir o impacto da instalação de montadoras asiáticas Montadoras modificam o cotidiano do interior Piracicaba, Sorocaba e Jacareí vivem nova rotina com chegada de fábricas Comércio e serviços de cidades do interior de SP começam a sentir o impacto da instalação de montadoras asiáticas ARARIPE CASTILHO DE RIBEIRÃO PRETO Algo improvável há pouco mais de um ano, encontrar um coreano em Piracicaba (160 km de São Paulo) é mais fácil do que achar um ponto de venda das pamonhas da terra do "erre" puxado. A montadora Hyundai só começa a operar em solo piracicabano em 2012, mas a chegada dos executivos e engenheiros -com familiares- tem transformado o cotidiano e parte dos setores de comércio e serviços da cidade. Sorocaba (99 km de SP) e Jacareí (84 km de SP) também começam a sentir os impactos da instalação da japonesa Toyota e da chinesa Chery em seus territórios. No total, as três asiáticas vão investir cerca de US$ 1,9 bilhão no interior paulista. Em Piracicaba, dois restaurantes coreanos foram abertos em 2010. Um deles, por empresários que atendiam à Hyundai da Rússia; o outro, pelos empreendedores ligados à unidade da empresa nos Estados Unidos. Um terceiro estabelecimento está prestes a ser inaugurado por um grupo de investidores da comunidade coreana de São Paulo, segundo Waldemar Peres Júnior, relações governamentais da Hyundai no país. Segundo ele, há cerca de 150 coreanos vivendo atualmente em Piracicaba, mas o número deve crescer. O hotel New Life, que adaptou serviços por conta dos estrangeiros, hospeda hoje 50 funcionários da montadora e recebeu a informação da chegada de pelo menos 30 neste mês, disse o gerente Mauro Teixeira Junior. Enquanto isso, uma família de coreanos que vive em São Paulo já prepara o terreno para se instalar em Piracicaba com um hotel destinado ao estilo de vida dos empresários da montadora. EDUCAÇÃO O movimento atinge ainda o setor educacional. Dois colégios da cidade, o Piracicabano e o Luiz de Queiroz, têm filhos de executivos e engenheiros da montadora entre os alunos. As escolas tentam absorver a novidade. "Estou estudando coreano para me comunicar com os pais dos alunos", afirma a coordenadora de ensino do Piracicabano, Joselane da Silva, 47. O curso oferecido tem três alunos coreanos. Já o Luiz de Queiroz contratou a coreana Andreia (nome adotado no Brasil) Sung Mi Kang, 48, para dar apoio pedagógico a seis estudantes e suas famílias. Há décadas no Brasil, ela ensina português a seus conterrâneos. EUFORIA "Eles sentem que Piracicaba está muito eufórica com a chegada da empresa. São um pouco fechados, mas percebem a expectativa de empregos e desenvolvimento das pessoas", disse o arquiteto Evandro Kim, 30, descendente de coreanos que trabalha na obra da Hyundai. Expectativa por empregos há também em Sorocaba. A já consolidada comunidade japonesa do município, com 2.000 membros, espera ver o retorno dos seus decasséguis devido à construção da fábrica da Toyota na cidade. "Existe essa esperança, sim. Diversas famílias nos procuraram para saber como proceder [para repatriar os descendentes]", diz o presidente da Ucens (União Cultural e Esportiva Nipo-brasileira de Sorocaba), Carlos Munetachi Hayashida, 57. A entidade tem sido a ponte com uma consultoria que recruta pessoal para trabalhar na implantação da fábrica. Hayashida diz que, com a notícia de que a montadora vai para a cidade, os cursos de japonês na Ucens tiveram aumento de 50%. Em Jacareí, após a confirmação de que a Chery se instalará na cidade, a prefeitura abriu, em 2010, 80 vagas para cursos gratuitos de mandarim. Foi pouco. "Estamos estudando ampliar as turmas neste ano", disse o prefeito, Hamilton Ribeiro (PT). http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/me1003201110.htm
Um em quatro aprovados desiste da USP
Dos 10.652 nomes da 1ª chamada do vestibular,
2.562 (ou 24%) não fizeram a matrícula; em 2005, foram 13%
Reitoria, escolas e MEC atribuem fato a aumento de vagas nas federais, seleção via Enem e bolsas e financiamentos
Site divulga vídeo e foto de Ferreira Pinto em
shopping
Cenas mostram encontro de secretário e repórter da Folha
PONTE POPULARAdiado por tempo indeterminado por
Geraldo Alckmin (PSDB-SP), o projeto de construção de uma ponte ligando Santos
ao Guarujá não foi abandonado. Só que a equipe do novo governador defende que
sobre a ponte passem ao menos ônibus -no projeto anterior, cuja maquete foi
"inaugurada" pelo ex-governador José Serra (PSDB-SP), só carros de passeio
poderiam atravessá-la.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq1003201108.htm |
12/03/2011
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