Joyce Carla
do Agora
O acompanhante de idosos Vital Teixeira Campos, 62 anos, da Santa
Cecília (região central), afirma que, desde 14 de janeiro, tenta agendar
uma ultrassonografia da mão e do ombro direitos na AMA (Assistência
Médica Ambulatorial) do seu bairro, mas não consegue ser atendido.
do Agora
"Eu já passei em consulta com um ortopedista, que pediu o exame", disse.
Campos conta que sente dores há cinco anos e que não sabe ao certo qual é o seu problema. "Eu dependo da saúde pública. Fui ao posto para ser encaminhado, esperei cerca de quatro meses, e o médico disse que meu problema seria gatilho [rigidez nas juntas] e que isso é tratado com cirurgia", diz.
"Se, para fazer uma ultrassonografia, já está difícil, imagina como será para uma operação", queixa-se.
Segundo o leitor, os funcionários da AMA alegam que há muitas pessoas na fila de espera do exame. "Os atendentes sempre dizem que irão me ligar para marcar a data, mas não recebo nenhuma ligação deles. Pelo contrário. Eu ligo a cada 20 dias e recebo a mesma resposta todas as vezes: tenho que aguardar."
O acompanhante de idosos diz que foi à AMA algumas vezes para tentar marcar a ultrassonografia, em vão. "Tive que pegar uma senha apenas para perguntar se havia vaga. Esperei muito tempo e, quando consegui falar com alguém, o meu problema continuou sem ser resolvido."
De acordo com o leitor, as dores o impedem de trabalhar. "Quero saber o que tenho e começar o tratamento logo. Se for necessário operar, ainda terei muita espera pela frente", conta.
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