Rafael Italiani e Adriana Ferraz
do Agora
Filas de até seis horas, falta de médicos, macas em corredores, pacientes atendidos na sala de espera.
É o que enfrenta a população da zona leste que depende do SUS (Sistema Único de Saúde).
Na última semana, o Vigilante Agora visitou 12 unidades municipais que prestam serviços de emergência na região antes e depois de o pronto-socorro público do hospital Santa Marcelina reabrir suas portas.
O PS suspendeu o atendimento de 20 a 30 de agosto, alegando superlotação, e, consequentemente, aumentou a procura nos demais postos.
A reportagem foi a sete locais, na segunda-feira (quando o PS estava fechado). E em outros cinco na terça, quando houve a reabertura.
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