Candidato a vereador questiona uso de bens públicos para ato de campanha
Jornal Cruzeiro do Sul
joseantonio.rosa@jcruzeiro.com.br
O Ministério Público Eleitoral requereu abertura de procedimento investigatório para apurar possível prática de abuso de poder por parte do prefeito Vitor Lippi e do candidato a prefeito Antonio Carlos Pannunzio (ambos do PSDB). Conforme alegado em representação protocolada pelo também candidato a vereador Caldini Crespo (DEM) que serviu de base para que o caso fosse instaurado, Lippi teria cometido irregularidades ao autorizar o uso de bens públicos para ato de campanha realizado no último dia 22 de setembro, na praça Cel. Fernando Prestes, no Centro.
Alega o democrata que o prefeito deu ordens para que os agentes de trânsito, na ocasião, orientassem o tráfego na região de modo a facilitar a passagem dos militantes tucanos. A atividade foi exibida no programa do candidato. Além disso, foram utilizados veículos como o ônibus da Policlínica e uma ambulância do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). O processo deu entrada no fórum da Comarca, e foi redistribuído ao cartório da 356ª Zona Eleitoral.
Desta, por força de despacho do juiz César de Souza Pereira, seguiu para a 137ª ZE. Lá, o representante do MP entendeu que as denúncias deveriam ser apuradas. Em resposta a questionamentos da reportagem, a Secretaria da Comunicação do Paço informou que o prefeito Vitor Lippi não foi notificado e que deverá aguardar para, só depois, se manifestar a respeito. Lippi esteve na atividade como militante e filiado ao partido.
Já a coordenação da campanha de Antonio Carlos Pannunzio disse que não tem conhecimento da representação e que se pronunciará, assim que for notificada. Esta é a segunda medida com a qual o vereador Caldini Crespo, cujo partido está na coligação do candidato a prefeito pelo PMDB, Renato Amary, ingressa na Justiça. Curiosamente, ele também foi secretário da primeira gestão Pannunzio, e participou da implantação dos dois terminais de ônibus da cidade.
Na primeira tentativa, Crespo questionou o fato de o prefeito Vitor Lippi ter se licenciado do cargo para atuar na campanha eleitoral. O pedido foi julgado improcedente, já que, de acordo com parecer da Promotoria e sentença do juiz Pedro Luiz Alves de Carvalho, da mesma 137ª, nada de ilegal foi cometido. O expediente, assim, soma-se aos outros impetrados na reta final da disputa na cidade. Uma eventual condenação neste último caso não deverá produzir efeitos nas eleições. Especialistas dizem que o desfecho de uma possível decisão desfavorável só ocorreria depois de domingo.
O Ministério Público Eleitoral requereu abertura de procedimento investigatório para apurar possível prática de abuso de poder por parte do prefeito Vitor Lippi e do candidato a prefeito Antonio Carlos Pannunzio (ambos do PSDB). Conforme alegado em representação protocolada pelo também candidato a vereador Caldini Crespo (DEM) que serviu de base para que o caso fosse instaurado, Lippi teria cometido irregularidades ao autorizar o uso de bens públicos para ato de campanha realizado no último dia 22 de setembro, na praça Cel. Fernando Prestes, no Centro.
Alega o democrata que o prefeito deu ordens para que os agentes de trânsito, na ocasião, orientassem o tráfego na região de modo a facilitar a passagem dos militantes tucanos. A atividade foi exibida no programa do candidato. Além disso, foram utilizados veículos como o ônibus da Policlínica e uma ambulância do Serviço de Atendimento Médico de Urgência (Samu). O processo deu entrada no fórum da Comarca, e foi redistribuído ao cartório da 356ª Zona Eleitoral.
Desta, por força de despacho do juiz César de Souza Pereira, seguiu para a 137ª ZE. Lá, o representante do MP entendeu que as denúncias deveriam ser apuradas. Em resposta a questionamentos da reportagem, a Secretaria da Comunicação do Paço informou que o prefeito Vitor Lippi não foi notificado e que deverá aguardar para, só depois, se manifestar a respeito. Lippi esteve na atividade como militante e filiado ao partido.
Já a coordenação da campanha de Antonio Carlos Pannunzio disse que não tem conhecimento da representação e que se pronunciará, assim que for notificada. Esta é a segunda medida com a qual o vereador Caldini Crespo, cujo partido está na coligação do candidato a prefeito pelo PMDB, Renato Amary, ingressa na Justiça. Curiosamente, ele também foi secretário da primeira gestão Pannunzio, e participou da implantação dos dois terminais de ônibus da cidade.
Na primeira tentativa, Crespo questionou o fato de o prefeito Vitor Lippi ter se licenciado do cargo para atuar na campanha eleitoral. O pedido foi julgado improcedente, já que, de acordo com parecer da Promotoria e sentença do juiz Pedro Luiz Alves de Carvalho, da mesma 137ª, nada de ilegal foi cometido. O expediente, assim, soma-se aos outros impetrados na reta final da disputa na cidade. Uma eventual condenação neste último caso não deverá produzir efeitos nas eleições. Especialistas dizem que o desfecho de uma possível decisão desfavorável só ocorreria depois de domingo.
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