Léo Arcoverde e Simei Morais
do Agora
A advogada Carla Cepollina, 46 anos, acusada de matar Ubiratan Guimarães, foi expulsa do plenário do júri no primeiro dia de julgamento, ontem, no Fórum Criminal da Barra Funda (zona oeste de SP).
Marcado para as 13h, o júri começou às 15h40. Ubiratan, deputado estadual e coronel aposentado da PM, foi morto em 9 de setembro de 2006 com um tiro no abdome.
Ele comandou a invasão da Casa de Detenção em 1992, quando 111 presos foram mortos, no Massacre do Carandiru.
Carla sempre negou as acusações. Ela apareceu no tribunal loira (sempre tinha usado cabelo preto).
No início, permaneceu quieta, de braços cruzados, às vezes fazendo anotações em papel.
No início do júri, as cinco testemunhas de defesa foram dispensadas e duas de acusação faltaram --incluindo a delegada Renata Madi, apontada como amante de Ubiratan.
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