A reportagem do jornal Cruzeiro do Sul está na delegacia Anti sequestro de Sorocaba, acompanhando a operação que acontece neste momento
O Ministério Público de São Paulo, por meio do Grupo de atuação Especial no Combate ao Crime Organizado de Sorocaba (GAECO), e o Grupo Anti sequestro de Sorocaba, deflagraram na manhã desta terça-feira (11) a "Operação Atenas", que investiga as associações civis "Sistema de Assistência Social e Saude (SAS)" e Instituto SAS.
A operação investiga as ações de uma quadrilha que tinha como objetivo a apropriação de recursos públicos destinados à área da saúde, como financiamento de campanhas de agentes políticos e pagamento de propina a funcionários públicos para direcionar contratos públicos fraudulentos ao SAS.
E, estes recursos públicos eram desviados em benefício da quadrilha mediante o pagamento de notas fiscais "frias" ou superfaturadas, emitidas contra o SAS por empresas, na maioria das vezes, registradas em nome dos integrantes do bando ou de seus parentes.
As investigações, que foram iniciadas a partir das declarações de Geraldo Miguel de Macedo, vice-prefeito e então secretário de Saúde do Município de Itapetininga, dando conta da existência de inúmeras irregularidades na execução do Termo de Parceria celebrado entre o Sistema de Assistência Social e Saúde (SAS) e a Prefeitura Municipal de Itapetininga para a administração do Hospital Regional de Itapetininga (HRI), revelou que, embora constituídos na forma de Organizações Não Governamentais independentes uma da outra, o Instituto SAS e o Sistema de Assistência Social e Saúde (SAS) se confundem em uma única organização criminosa, administrada e comandada de fato por Fábio Berti Carone.
A reportagem do jornal Cruzeiro do Sul está na delegacia Anti sequestro de Sorocaba, acompanhando a operação que acontece neste momento.
A operação investiga as ações de uma quadrilha que tinha como objetivo a apropriação de recursos públicos destinados à área da saúde, como financiamento de campanhas de agentes políticos e pagamento de propina a funcionários públicos para direcionar contratos públicos fraudulentos ao SAS.
E, estes recursos públicos eram desviados em benefício da quadrilha mediante o pagamento de notas fiscais "frias" ou superfaturadas, emitidas contra o SAS por empresas, na maioria das vezes, registradas em nome dos integrantes do bando ou de seus parentes.
As investigações, que foram iniciadas a partir das declarações de Geraldo Miguel de Macedo, vice-prefeito e então secretário de Saúde do Município de Itapetininga, dando conta da existência de inúmeras irregularidades na execução do Termo de Parceria celebrado entre o Sistema de Assistência Social e Saúde (SAS) e a Prefeitura Municipal de Itapetininga para a administração do Hospital Regional de Itapetininga (HRI), revelou que, embora constituídos na forma de Organizações Não Governamentais independentes uma da outra, o Instituto SAS e o Sistema de Assistência Social e Saúde (SAS) se confundem em uma única organização criminosa, administrada e comandada de fato por Fábio Berti Carone.
A reportagem do jornal Cruzeiro do Sul está na delegacia Anti sequestro de Sorocaba, acompanhando a operação que acontece neste momento.
Nenhum comentário:
Postar um comentário