Alan Santiago
do Agora
Escadas rolantes que param com frequência e dificuldades de acesso para deficientes são os problemas mais recorrentes nas estações de metrô da capital.
O Vigilante Agora percorreu ao todo 24 estações das cinco linhas na semana para identificar queixas.
A estação com mais problemas foi a do Brás (zona leste), na linha 3-vermelha.
Quatro escadas rolantes estavam paradas. Em duas delas, havia inclusive grades bloqueando a passagem.
A estação, que tem integração com três linhas de trem, ainda tinha entulho embaixo de uma escada e goteiras.
Em Artur Alvim (zona leste), a reportagem presenciou a escada rolante parar de funcionar enquanto transportava os usuários. Alguns chegaram a se desequilibrar.
O Metrô afirma que todas as estações são acessíveis às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida e que todos os empregados são treinados para auxiliar o deslocamento dos usuários.
A empresa ainda diz que as escadas da estação Brás estão em "perfeito estado de funcionamento".
Já sobre a estação Artur Alvim, o Metrô alega que um sensor de segurança deve ter interrompido o funcionamento das escadas.
Quando isso acontece, segundo o Metrô, um funcionário identifica o problema e religa o equipamento.
No Anhangabaú, o Metrô acrescenta que há elevador, mas apenas pela rua Dr. Falcão.
De acordo com o Metrô, medidas operacionais, como o desligamento ou inversão das escadas rolantes, são adotadas nos horários de pico para organizar e melhorar o fluxo de usuários.
Segundo a ViaQuatro, que cuida da linha 4-amarela, o elevador da estação Pinheiros está interditado para obras de modernização, que deverão ser concluídas em março deste ano.
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