
Para o presidente da Shell Brasil, André Araújo, a instabilidade política é um entrave menor do que mudanças repentinas na regulação do setor de petróleo e gás, como os aumentos de impostos no Rio; "Essas discussões trazem muita tensão", diz; ele afirma que o setor de petróleo pode ajudar a tirar o país da crise e se apresenta como interessado em leilões do pré-sal caso o projeto de lei que flexibiliza as regras seja aprovado no Congresso; “Isso é bom para nós, porque nos dá flexibilidade, e é bom para o país, porque cria um ambiente no qual mais empresas podem trazer inovação e com mais compradores da cadeia de óleo e gás”, afirma; Araújo defende, porém, medidas de apoio ao setor, como a renovação do regime tributário Repetro, que isenta de impostos equipamentos petrolíferos, e mudanças nas regras de conteúdo local
13 DE JUNHO DE 2016 ÀS 05:19
247 – Para o presidente da Shell Brasil, André Araújo, a instabilidade política é um entrave menor do que mudanças repentinas na regulação do setor de petróleo e gás, como os aumentos de impostos no Rio. "Essas discussões trazem muita tensão", diz ele.
Em entrevista à ‘Folha de S. Paulo’, Araújo afirma que o setor de petróleo pode ajudar a tirar o país da crise e se apresentou como interessado em leilões do pré-sal caso o projeto de lei que flexibiliza as regras seja aprovado no Congresso. “Isso é bom para nós, porque nos dá flexibilidade, e é bom para o país, porque cria um ambiente no qual mais empresas podem trazer inovação e com mais compradores da cadeia de óleo e gás”, afirma. Após a fusão com a britânica BG, concluída neste ano, a Shell tornou-se a maior produtora privada de petróleo do Brasil.
Araújo defende, porém, medidas de apoio ao setor, como a renovação do regime tributário Repetro, que isenta de impostos equipamentos petrolíferos, e mudanças nas regras de conteúdo local.
Ele se diz ainda otimista com a capacidade de resposta da Petrobras e afirma que a busca por mais independência da estatal em relação ao governo soa "como música" – leia
aqui.
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