Caso decida mesmo fazer delação premiada, o empresário Lúcio Funaro poderá entregar fitas dos políticos que receberam dinheiro de suas mãos; isso porque ele, segundo uma nota publicada pelo jornalista Murilo Ramos, ele teria o hábito de filmar seus interlocutores; procuradoria-geral da República investiga se Funaro era responsável por financiar a bancada de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), presidente afastado da Câmara, que controlava cerca de 55% dos votos da casa; por enquanto, Funaro nega que vá fazer delação premiada, mas ele não está mais com o criminalista Antônio Claudio Mariz, que é amigo pessoal do interino Michel Temer
247 – Uma eventual delação premiada do empresário Lúcio Funaro tem potencial para implodir o sistema político brasileiro.
Isso porque, como braço direito de Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ele é suspeito de alimentar a bancada do presidente afastado da Câmara, que controlava 55% dos votos da casa.
Segundo uma nota publicada neste sábado na coluna de Murilo Ramos, Funaro poderá entregar fitas dos políticos que receberam dinheiro de suas mãos, porque teria o hábito de filmar seus interlocutores.
Por enquanto, Funaro nega que vá fazer delação premiada, mas um fato concreto é que ele não está mais com o criminalista Antônio Claudio Mariz, que é amigo pessoal do interino Michel Temer e não trabalha com delações.
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