Advogado responsável pelas negociações da delação premiada de
Marcos Valério com o Ministério Público de Minas Gerais afirma que ele
promete revelar “entre 15 e 20” autoridades, que incluiriam atuais
integrantes do governo interino Michel Temer, políticos do PT, do PSDB,
do PMDB e de outras siglas, em troca de benefícios; são pessoas que
teriam ligação com crimes do chamado mensalão mineiro, que envolveu o
então governador Eduardo Azeredo (PSDB), do mensalão do PT e da Lava
Jato; "Tem gente sobre quem ele pode falar e ainda não apareceu", diz
Jean Robert Kobayashi; "Tem também gente do atual governo de Michel
Temer"; a Lava Jato já derrubou três ministros de Temer: Henrique
Eduardo Alves (PMDB), do Ministério do Turismo, Romero Jucá, ex-titular
do Planejamento, e Fabiano Silveira, que chefiava a pasta da
TransparênciaSão pessoas que teriam ligação com crimes do chamado mensalão mineiro, que envolveu o então governador Eduardo Azeredo (PSDB), do mensalão do PT e da Lava Jato. "Tem gente sobre quem ele pode falar e ainda não apareceu", disse Jean Robert Kobayashi, em entrevista ao Valor.
"Tem deputados estaduais, federais, senadores e ex-senadores. Alguns não teriam sido reeleitos se ele já tivesse feito a delação", disse o advogado. "Tem também gente do atual governo de Michel Temer".
A Lava Jato já derrubou três ministros de Temer: Henrique Eduardo Alves (PMDB), do Ministério do Turismo, Romero Jucá, ex-titular do Planejamento, e Fabiano Silveira, que chefiava a pasta da Transparência.
Valério foi condenado em 2012 a 37 anos de prisão pelo esquema do chamado mensalão do PT (leia aqui).

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