
Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que, se o Congresso não aprovar a proposta de criar um teto para os gastos públicos, o país terá escolhido uma opção preocupante: "Se não for aprovada, não haverá outra saída, porque nos próximos anos, para financiar este aumento das despesas públicas, só restará aumentar imposto"; ele também indicou ser contra um novo programa de refinanciamento de dívidas das empresas: "a tentativa de atender a todos é que levou à deterioração da situação fiscal e prejuízo de todos"; e afirmou que cumprirá a meta de fechar o ano com deficit de R$ 170,5 bilhões, apesar da gastança do governo interino: "Quem viver verá", disse

Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse que, se o Congresso não aprovar a proposta de criar um teto para os gastos públicos, o país terá escolhido uma opção preocupante: "Se não for aprovada, não haverá outra saída, porque nos próximos anos, para financiar este aumento das despesas públicas, só restará aumentar imposto"; ele também indicou ser contra um novo programa de refinanciamento de dívidas das empresas: "a tentativa de atender a todos é que levou à deterioração da situação fiscal e prejuízo de todos"; e afirmou que cumprirá a meta de fechar o ano com deficit de R$ 170,5 bilhões, apesar da gastança do governo interino: "Quem viver verá", disse

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