Este índice é composto por cinco indicadores – Receita Própria, Gastos
com Pessoal, Investimentos, Liquidez e Custo da Dívida. A leitura deste índice
é bem simples, pois a pontuação varia entre 0 e 1, sendo que, quanto mais
próximo de 1, melhor a gestão fiscal do município, como vemos abaixo:.
Conceito A (Gestão de Excelência) ► resultados superiores a 0,8 pontos.
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• Conceito B (Boa Gestão) ► resultados compreendidos entre 0,6 e 0,8 pontos.
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• Conceito C (Gestão em Dificuldade) ► resultados compreendidos entre 0,4 e 0,6 pontos.
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• Conceito D (Gestão Crítica) ► resultados inferiores a 0,4 pontos.
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A melhor posição de Sorocaba neste índice foi em 2012, foi a segunda melhor
posição quando se atingiu a 15º. Infelizmente, com a gestão atual da prefeitura
a nossa cidade começou a descer no ranking e agora em 2015, chegou a posição 421º,
ou seja, caiu mais de 406 posições como se vê abaixo:
Ranking Estadual IFGF
2006
|
Ranking IFGF 2006
|
IFGF 2006
|
|
2006
|
140º
|
726º
|
0,6574
|
2007
|
82º
|
279º
|
0,7302
|
2008
|
48º
|
128º
|
0,7936
|
2009
|
31º
|
94º
|
0,7614
|
2010
|
31º
|
88º
|
0,7916
|
2011
|
20º
|
65º
|
0,8082
|
2012
|
4º
|
15º
|
0,8604
|
2013
|
52º
|
251º
|
0,6855
|
2014
|
76º
|
515º
|
0,6504
|
2015
|
59º
|
421º
|
0,6273
|
O pior é que entre
2007 a 2012 o conceito da gestão era A,
ou seja, considerada Gestão
de Excelência. Em 2013 e 2014, passamos
a ser conceito B (Boa Gestão) e em 2015, passamos para o conceito C,
considerada Gestão em Dificuldade. (http://www.firjan.com.br/ifgf/consulta-ao-indice/)
Ao
desdobrarmos o indice por seus indicadores percebemos melhoramos na arrecadação
própria, segunda melhor participação da série desde 2006 e ocupamos a posição 312º
no ranking do país. Já com ao custo da dívida tivemos a nossa melhor posição na
serie e ocupamos a posição 415º.
Em compensação, a nossa cidade que sempre foi a primeira em liquidez, ou seja, entre 2006 a 2014, Este indicador representa
aos recursos em caixa para cobrir dívidas, e agora em 2015, caímos para 2210º.
E pasme, saímos do critério A para C, ou seja, passamos a considerada Gestão em Dificuldade.Isto na prática
significa um desequilíbrio no orçamento e que pode-se estar em vigor um
mecanismo de postergação da despesa, visto que isto atingiu 1390 prefeituras ou
quase 31% delas.Reproduzo o comentário da firjan:Re Recorde negativo: 1.450 prefeituras brasileiras
(30,9%) encerraram 2015 com o caixa
restos
a pagar
“Os dados revelam que cada vez mais as prefeituras
têm utilizado o artifício de postergação de despesas via restos a pagar. Desde
2008, o nível de comprometimento do caixa das prefeituras com os restos a pagar
doexercício anterior vem evoluindo significativamente. Em 2015, em média, as
prefeituras viraram o ano com 57,6% do caixa comprometido com despesas do
exercício anterior, praticamente o dobro do observado em 2007 (30,4%)”.
Outros
dois indicadores, sempre destacados por este jornal em suas analises merecem
ser destacados: gasto com pessoal e invetimentos.Com gasto com pessoal ,
tivemos em 2012, a melhor posição e no ano passado passamos a ser 848º no país.
São Roque
|
Ranking Estadual IFGF Gastos com Pessoal
|
Ranking IFGF Gastos com Pessoal
|
IFGF Gastos com Pessoal
|
2006
|
16º
|
346º
|
0,9248
|
2007
|
26º
|
317º
|
0,9172
|
2008
|
60º
|
568º
|
0,8840
|
2009
|
42º
|
340º
|
0,8329
|
2010
|
56º
|
445º
|
0,7971
|
2011
|
52º
|
362º
|
0,8350
|
2012
|
39º
|
274º
|
0,8215
|
2013
|
198º
|
1.218º
|
0,6399
|
2014
|
165º
|
868º
|
0,6968
|
2015
|
152º
|
848º
|
0,6395
|
Já para com
investimentos passamos de uma gestão classificada como A, em 2012, de Excelência
para o conceito D (Gestão Crítica), este indica com certeza todo o carinho que
a atual gestão dispendeu para com a infraestrutura de nossa cidade.
Lembramos ainda que mo índice de desenvolvimento Desenvolvimento Municipal do ano de 2013, último
divulgado, a nossa cidade já havia perdido 75 posições.Desta forma, uma
gestão mais fraca pode ter contribuído
para esta situação que vivemos.
Rombo nos municípios
chega a quase 46 bilhões
O jornal Estado de são Paulo publica materia (http://economia.estadao.com.br/noticias/geral,crise-fiscal-nos-municipios-e-a-maior-desde-2006-mostra-estudo-da-firjan,10000065514)
que aponta que a crise fiscal dos
municípios é a maior desde 2006, que tem muita relação com o indicador
Liquidez. e vale reproduzir este trecho da matéria:
“Nos cálculos da Firjan, as
prefeituras fecharam suas contas em 2015 com um déficit nominal (saldo negativo
entre receitas e despesas, incluindo gastos com juros) de R$ 45,8 bilhões. A
projeção da equipe de economistas da entidade empresarial é que esse rombo
chegue a R$ 60 bilhões este ano”.

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