Um dos ministros mais fortes do governo Temer, Geddel Vieira Lima rebaixa as expectativas em relação à atual gestão e coloca como alternativa empurrar o País com a barriga; a alternativa aos ajustes é "o governo empurrar os problemas com a barriga até 2018 e entregar a bomba atômica na mão de quem vier", diz em entrevista ao jornalista Josias de Souza
Bahia 247 – Um dos ministros mais fortes do governo de Michel Temer, o coordenador político do Planalto, Geddel Vieira Lima, rebaixa as expectativas em relação à atual gestão e coloca como alternativa empurrar o País com a barriga.
"O país terá de decidir se quer reformas como a da Previdência", diz ele, em
entrevista ao jornalista Josias de Souza, do UOL. A alternativa aos ajustes, acrescenta Geddel, é "o governo empurrar os problemas com a barriga até 2018 e entregar a bomba atômica na mão de quem vier".
"A experiência que tive no governo de Fernando Henrique Cardoso ensina que as reformas importantes têm que ser discutidas, comentadas, mastigadas", defende Geddel, que foi líder da bancada do PMDB na Câmara durante o governo tucano. "Só assim todos terão clareza do que se pretende".
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