"Quer dizer que quando servia aos interesses deles, era bom eu ser ministra. Quando mudaram de lado, eu tinha que abandonar a presidente? Popularidade vai e volta, mas dignidade não se recupera", diz a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), ao criticar os ruralistas que a consideram traidora por ter se mantido fiel à presidente Dilma Rousseff; alvo de um processo de expulsão do partido, ela também afirmou que o PMDB não tem ética nem moral para julgá-la
Tocantins 247 – Em entrevista à jornalista Mariana Sanches, a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO) justificou sua lealdade à presidente Dilma Rousseff e criticou os ruralistas que a consideram traidora.
"Quer dizer que quando servia aos interesses deles, era bom eu ser ministra. Quando mudaram de lado, eu tinha que abandonar a presidente? Popularidade vai e volta, mas dignidade não se recupera", diz ela.
Kátia também afirma não temer um eventual processo de expulsão do PMDB.
"Que ética tem esse partido para julgar a minha?", questiona. Ela afirma que não fará “nenhuma força nem para ficar, nem para sair”.
O pedido de expulsão foi feito pelo ministro Geddel Vieira Lima.
"Minha motivação é que ela não tem compromisso com o partido e a posição dela em defesa da Dilma só solidificou essa percepção."
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