Candidato do PSDB não se comprometeu a renunciar caso seja encontrado trabalho escravo sob sua responsabilidade ou se ficar provado que usou desse trato com seus empregados, se for eleito prefeito de São Paulo; apenas Haddad e Erundina assinaram o termo de compromisso elaborado pela Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), do Ministério da Justiça
SP 247 - O candidato do PSDB João Doria não se comprometeu a renunciar ao cargo caso seja encontrado trabalho escravo sob sua responsabilidade ou se ficar provado que usou desse trato com seus empregados, se for eleito prefeito de São Paulo.
Apenas o prefeito Fernando Haddad (PT), candidato à reeleição, e Luiza Erundina (PT) assinaram a carta-compromisso elaborada pela Comissão Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), órgão inculado ao Ministério da Justiça.
Depois de publicada a notícia do Estado de S. Paulo, os candidatos Marta Suplicy (PMDB) e Celso Russomano (PRB) também assinaram. Doria, no entanto, foi o único que alterou o texto, como
aponta nova reportagem do jornal.
O texto original diz: "asseguro que renunciarei ao meu mandato se for encontrado trabalho escravo sob minha responsabilidade ou se ficar comprovado que alguma vez já utilizei desse expediente no trato com meus empregados".
Doria mudou para "asseguro que serão tomadas todas as providências legais se for encontrado trabalho escravo sob minha responsabilidade ou se ficar comprovado que alguma vez já utilizei desse expediente no trato com meus empregados".
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