Jornalista observa que, "se antes faziam figura de paladinos
silenciosos da Justiça, Sergio Moro e Deltan Dallagnol deram agora para
falar"; e a postura apolítica dos dois não é crível nem no artigo do
procurador na Folha, menos ainda na entrevista do juiz no fim de semana,
diz; "Foi de um corporativismo que mal coube na palavra 'muito'",
opina, sobre a entrevista de Moro; para Conti, o magistrado "acha que
lidera uma santa cruzada"Conti observa que, "se antes faziam figura de paladinos silenciosos da Justiça, Sergio Moro e Deltan Dallagnol deram agora para falar". E a postura apolítica dos dois não é crível nem no artigo do procurador na Folha, menos ainda na entrevista do juiz ao jornal O Estado de S.Paulo no fim de semana.
"Foi de um corporativismo que mal coube na palavra 'muito'", descreve o jornalista, sobre a entrevista, lembrando em seguida várias atitudes e opiniões políticas do juiz de Curitiba. Para Conti, o magistrado "acha que lidera uma santa cruzada".
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