As delações da Odebrecht aumentaram ainda mais o desgaste do governo de Michel Temer (PMDB) e aliados do peemedebista acreditam que o pior está por vir: o fim do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha; Cunha está preso há dois meses e a sensação no Planalto é que ele falará mesmo se a Operação Lava Jato não firmar um acordo de delação; um dos principais executivos da Odebrecht, o empresário Márcio Faria da Silva disse à Procuradoria-Geral da República que executou repasse de recursos a pedido de Michel Temer e Eduardo Cunha
247 - As delações da Odebrecht aumentaram ainda mais o desgaste do governo de Michel Temer (PMDB) e aliados do peemedebista acreditam que o pior está por vir: o fim do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha. As informações são da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.
Cunha está preso há dois meses e a sensação no Planalto é que ele falará mesmo se a Operação Lava Jato não firmar um acordo de delação.
Um dos principais executivos da Odebrecht, o empresário Márcio Faria da Silva disse à Procuradoria-Geral da República que executou repasse de recursos a pedido do presidente Michel Temer e do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
A liberação do dinheiro, segundo contou, estava vinculada à execução de contratos da empreiteira com a Petrobras. A informação consta no acordo de delação premiada assinado pelo executivo.
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