Colunista Miriam Leitão diz que Michel Temer tem sua força reduzida para aprovar as reformas da Previdência e Trabalhista, diante dos escândalos de corrupção que e ele e auxiliares protagonizam no âmbito da operação Lava Jato; "A base do governo dá seguidos sinais de que quer mudar e enfraquecer a reforma da Previdência. Tudo tem estado sob ataque: a idade mínima, a igualdade entre homem e mulher, as regras de transição, a exigência de tempo de contribuição. Eles não se entendem nem quando estão do mesmo lado", afirma a colunista; O governo precisará mais do que nunca de uma boa articulação para aprovar a reforma da Previdência e seguir adiante com outras mudanças, mas está se enfraquecendo no meio das revelações da Lava-Jato, da ameaça do TSE e dos desfalques no círculo próximo do presidente"
247 - A colunista Miriam Leitão afirmou ente domingo, 5, que Michel Temer tem sua força reduzida para aprovar as reformas da Previdência e Trabalhista, diante dos escândalos de corrupção que e ele e auxiliares protagonizam no âmbito da operação Lava Jato.
"As últimas semanas foram difíceis para o governo Temer. Apesar de não dizer que tratou de valores com o presidente, Marcelo Odebrecht deu elementos suficientes para elevar o risco de um voto pela cassação da chapa. As desavenças entre José Yunes e o ministro Eliseu Padilha mostram como as suspeitas chegaram ao círculo próximo do presidente. Os dois sempre foram a sombra e o braço direito de Temer", diz Miriam.
Miriam lembra que pela Constituição, nada que tenha ocorrido antes do seu mandato atinge Miche Tmer. "Mas esses episódios o enfraquecem. Até porque atingem o círculo com o qual ele se organizou para governar. O primeiro a desembarcar foi Romero Jucá. Já saiu Geddel Vieira Lima. Yunes deixou a assessoria presidencial. Padilha afastou-se da poderosa Casa Civil e ainda foi atingido por outro raio."
"A base do governo dá seguidos sinais de que quer mudar e enfraquecer a reforma da Previdência. O líder do PMDB no Senado, Renan Calheiros, luta contra a perda do seu peso político demonstrando que é voz discordante. Disse na sexta-feira que a reforma é "bastante exagerada". Em que ponto, não disse. Mas tudo tem estado sob ataque: a idade mínima, a igualdade entre homem e mulher, as regras de transição, a exigência de tempo de contribuição. Eles não se entendem nem quando estão do mesmo lado", afirma a colunista do Globo.
Miriam adverte: "O governo precisará mais do que nunca de uma boa articulação para aprovar a reforma da Previdência e seguir adiante com outras mudanças, mas está se enfraquecendo no meio das revelações da Lava-Jato, da ameaça do TSE e dos desfalques no círculo próximo do presidente."
Nenhum comentário:
Postar um comentário