247 - Gilmar Mendes, ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), mostrou contrariedade em relação à condução coercitiva de funcionários do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) feita pela Polícia Federal na última sexta.
"Gilmar disse que 'ações que configuram arbitrariedade devem ser coibidas'. De São Petersburgo, na Rússia, onde participa de congresso internacional sobre normas eleitorais, o ministro do STF foi além: “'corregedoria (da PF) deveria fiscalizar melhor as atividades de áreas sob sua guarda'"
As informações são da coluna de Sonia Racy no Estado de S.Paulo.
"Ontem, em entrevista à coluna, a presidente do banco, Maria Silvia Bastos, disse não entender a condução coercitiva e defendeu a equipe de técnicos da instituição.
O ministro defendeu “maior rapidez” na votação do projeto sobre abuso de autoridade que tramita no Congresso. Um dos argumentos que mencionou foi que o pedido de investigação de ministros do STJ acabou “amedrontando toda a esfera de controle do Judiciário”.
'Perdemos o equilíbrio entre os poderes', completou Gilmar, que volta ao Brasil no fim da semana."
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