O pagamento —em dinheiro vivo— por obras e reformas na casa de parentes de Michel Temer não são os únicos negócios de natureza duvidosa com a participação do coronel da PM João Baptista Lima Filho, amigo de longa data do peemedebista; documentos da Junta Comercial de São Paulo mostram a vinculação de Batista a um contrato de R$ 162 milhões, investigado pela Lava Jato, sem disputar a licitação que foi vencida por outra empresa, sediada na Suécia; do total contratado, R$ 55 milhões já foram pagos. Porém, sob suspeita de irregularidades levantadas por técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União), o contrato está paralisado desde agosto

O pagamento —em dinheiro vivo— por obras e reformas na casa de parentes de Michel Temer não são os únicos negócios de natureza duvidosa com a participação do coronel da PM João Baptista Lima Filho, amigo de longa data do peemedebista; documentos da Junta Comercial de São Paulo mostram a vinculação de Batista a um contrato de R$ 162 milhões, investigado pela Lava Jato, sem disputar a licitação que foi vencida por outra empresa, sediada na Suécia; do total contratado, R$ 55 milhões já foram pagos. Porém, sob suspeita de irregularidades levantadas por técnicos do TCU (Tribunal de Contas da União), o contrato está paralisado desde agosto

Nenhum comentário:
Postar um comentário