Se Leandro transportasse 500 quilos de cocaína, como aconteceu com o senador Zezé Perrella, provavelmente estaria a salvo dos braços da lei. Zezé, como se sabe, está livre leve e solto, porque é capaz de contratar grandes escritórios de advocacia, influenciar aliados, comprar lealdades.
A mesma lógica é a que leva Aecio a se safar sempre…
Como o menino Leandro, morador da favela do Moinho, era um menino paupérrimo, nem acesso à Primeira Instância da Justiça ele teve. As balasda PM condenaram-no, liminarmente e de forma irrecorrível, à morte. Agora, seu corpo jaz numa cova rasa no cemitério da Vila Formosa.
E tem quem chame isso de Justiça.
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