quinta-feira, 15 de junho de 2017

Situação de Aécio se complica e pode vir a ser preso no dia 20 de junho.

Situação de Aécio se complica e pode vir a ser preso no dia 20 de junho.
A situação de Aécio se complica cada vez mais,  a irmã que  continuará presa, pois perdeu o recurso no Supremo Tribunal Federal por 3 a 2. O seu primo, Frederico Pacheco,  devolveu R$ 1,5 milhões da propina da JBS e indica que pode delatar.
O senador Aécio Neves foi afastado em meados de maio do cargo de Senador da República, mas estranhamente manteve o seu mandato em possível afronta a decisão do Supremo Tribunal Federal, visto que não teve o seu suplente chamado a assumir em seu lugar.  O Ministro Marco Aurélio Mello apontou nesta frase o incomodo da situação:  “Ele está realmente afastado. Se ele foi afastado do exercício, alguém tem de ocupar a cadeira. O Senado é integrado por 81 senadores, e não 80”.
A posição do ministro Marco Aurélio fez com Eunicio Oliveira   informasse que o seu nome foi retirado do painel,  o salário será pago, mas as faltas descontadas.Ainda o carro foi retirado, mas manteve o seu gabinete.
Aécio será julgado no dia 20 de junho pelo pleno do Supremo Tribunal Federal e segundo Janot, não seguiu as determinações da mais alta Corte do país, como mostra a matéria de Fernando Brito. 
O procurado Geral da República, Rodrigo Janot, usa como prova para seu pedido de prisão uma postagem nas redes sociais do senador afastado que menciona uma reunião com a cúpula tucana que tinha "na pauta, votações no Congresso e a agenda política
E o segundo momento, em que o Supremo Tribunal Federal não tem suas ordens seguidas pelo Senado Federal. O outro caso foi no final do ano passado e envolveu o então presidente Renan Calheiros.

Aécio se afunda no buraco que cavou


flagranteaecio
15 dias atrás este blog dizia que Aécio Neves, postando no Facebook um foto em que aparecia  com a cúpula do PSDB, segundo suas próprias palavras, que a reunião tinha “na pauta, votações no Congresso e a agenda política” estava provocando  Rodrigo Janot e Luiz Edson Fachin.
15 dias depois, o Valor revela que a cena é o mote da manifestação do Procurador Geral da República a Fachin,insistindo na prisão de Aécio, afirmando que “a despeito da suspensão do exercício das funções parlamentares, decretada judicialmente no âmbito dessa ação cautelar, Aécio Neves continuou exercendo suas funções, conforme reunião divulgada por ele mesmo em redes sociais no dia 30”.
Não convém menosprezar a periculosidade de parlamentares corruptos do quilate de Aécio Neves, tampouco dos seus comparsas de longa data, pela mera constatação de que, muito embora graves, os crimes apurados na Operação Lava-Jato e nos seus desdobramentos foram praticados sem violência ou grave ameaça”, diz Janot na manifestação.
E olha que Janot alivia aquele “tem que ser um que a gente mata antes que ele delate”.
O fato é que Aécio achava que ia sair politicamente vivo desta.
E Aécio já morreu. Pela mão dos amigos e pelas suas próprias.

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