
As investigações de políticos implicados na delação de executivos da Odebrecht está emperrada, três meses após o STF (Supremo Tribunal Federal) autorizar a abertura de inquéritos; o caso da empreiteira chegou a ser chamado de "delação do fim do mundo" por envolver políticos de todos os partidos e tendências, tem avançado devagar; tem sido difícil para os investigadores comprovar os relatos feitos pelos delatores à PGR (Procuradoria-Geral da República); há outro fator que coloca uma incógnita sobre o futuro das investigações: 24 dos 77 inquéritos abertos desde abril saíram das mãos de Edson Fachin, relator original, e foram para outros ministros


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