sábado, 15 de julho de 2017

Levante Popular da Juventude protesta contra privatizações de Doria em São Paulo

MOBILIZAÇÃO

Manifestantes reúnem-se na manhã deste sábado na frente da casa do prefeito para denunciar o ataque ao patrimônio público e ato termina com um jovem preso pela GCM
por Redação RBA publicado 15/07/2017 10h35, última modificação 15/07/2017 13h53
LPJ
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Jovens anunciam no ato que “São Paulo não está à venda”, em crítica às diversas medidas da prefeitura
São Paulo – O Levante Popular da Juventude, movimento popular conhecido pela jornada de escrachos em 2013 a agentes da ditadura, realiza na manhã deste sábado (15) manifestação de denúncia contra as privatizações na frente da residência do prefeito de São Paulo, João Doria, que os ativistas estão chamando de "prefeike". Os jovens anunciam no ato que “São Paulo não está à venda”, em crítica às diversas medidas privatistas da Prefeitura. O ato acontece no bairro do Jardins, na rua Itália.

"Tem sido sistemático o desmonte ao transporte público", defendem os ativistas. Desde que Doria assumiu o governo da cidade, o custo para a população aumentou por meio das integrações. Os ativistas também destacam que o prefeito praticamente acabou com o transporte escolar gratuito (em algumas regiões em cerca de 80%). As ameaças de privatização do patrimônio público também assustam a população: o Estádio do Pacaembu e o próprio Parque Ibirapuera já figuram na mira do "prefeito-marketeiro", afirma o movimento.

“O que fazemos aqui é uma forma popular de protesto e indignação, que busca canalizar a voz de forma coletiva e organizada às milhões de pessoas prejudicadas em São Paulo pelas políticas que cortam Passe livre dos estudantes, que cortam programas culturais da população periférica, que derrubam imóvel com pessoas dentro na região da Luz”, sinaliza o manifesto distribuído pelos jovens.
Ao fim do ato, houve tensão entre manifestantes e policiais da Guarda Civil Metropolitana (GCM). Por conta de uma pichação no muro da casa de Doria, os membros da guarda prenderam um manifestante que seria o suposto autor. O guardas disseram ter vídeos que atestam a pichação.
Acompanhe o final da manifestação:

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