13/09/2017

Mensagens mostram que gabinete de Janot sabia do “colega JBS”

clouseaujanot
Mais um elemento surge para, graças ao comprometimento da Procuradoria Geral da República com Joesley Batista e a JBS no episódio da delação premiada.
Segundo a Folha, a Polícia Federal encontrou no celular do ex-procurador Marcelo Miller mensagens que mostram que os procuradores Eduardo Pelella, chefe de gabinete de Rodrigo Janot, e Sérgio Bruno, que faz parte do grupo de trabalho da Lava Jato, sabiam que o ex-braço direito do procurador geral assessorava Batista.
A coisa chegava a tal ponto que Miller, antes mesmo de deixar a Procuradoria, já negociava um acordo de leniência da JBS nos Estados Unidos, com o Departamento de Justiça.
E os “sherlocks holmes” da Procuradoria, claro, não sabiam de nada . Ou, talvez, “Inspetor Clouseau”
Se alguém quiser colocar na legislação brasileira o crime de conspiração – já que apreciam tanto o modo norte-americano de Justiça – não pode deixar de pedir conselhos à Procuradoria de Janot e à dupla  Eduardo Cunha- Michel Temer.

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