A União Regional dos Estudantes entrevistou o idealizador da
intervenção, James Baptista, que ocorreu num sábado, dia 12 de agosto, na Praça
da Matriz do município de São Roque.
URE – James, como foi realizar essa intervenção? Como foi o processo e as dificuldades?
James – A princípio eu queria fazer um Flashmob, então ia ser só um trabalho de dança que iria acontecer inesperadamente na praça e pronto. Daí eu pensei “não, eu acho que posso aproveitar muito mais esse momento da cultura”, porque tá defasada toda essa parte de cultura e arte na cidade. Pensei “eu vou juntar mais artistas e vou fazer uma intervenção artística”, então eu vim com essa proposta de dança e teatro. E eu coloquei um tema para ficar mais fácil para eu criar, por isso tudo girou em torno da paranoia, das coisas que os seres humanos pregam, de gays e lésbicas; de eu não poder fazer isso e aquilo; de eu ser muito gordo ou muito magro. Eu fui criando as cenas e aconteceu, falei “eu vou ‘jogar’ na praça”, e a ideia é mostrar para as autoridades responsáveis que mesmo com todo esse corte na cultura e toda essa indiferença com a arte os meus trabalhos estão mais que presentes. Acho que eu consegui passar essa mensagem.
URE – O legal é que foi na praça, em uma época do ano que a cidade tá movimentada, e é muito importante para São Roque esse momento. E quais foram as dificuldades que vocês tiveram?
James – Então, como eu dou aula na academia Milllenium eu falei “vou usar essa sala”, porque é o único lugar que eu tenho, e todos os meus processos foram lá dentro. Porém, a parte maior, que eram todas as cenas de teatro, eu precisei fazer do lado de fora da Brasital.
URE – Não teve apoio e nem estrutura?
James – Não, não teve. Eu acho que seja essa a dificuldade.
Nós da URE agradecemos a breve entrevista concedida pelo artista James Baptista, e parabenizamos a todos que participaram da intervenção. Estamos juntos nessa luta!
“A CULTURA RESISTE. A CULTURA PERSISTE. A CULTURA EXISTE.”
URE – James, como foi realizar essa intervenção? Como foi o processo e as dificuldades?
James – A princípio eu queria fazer um Flashmob, então ia ser só um trabalho de dança que iria acontecer inesperadamente na praça e pronto. Daí eu pensei “não, eu acho que posso aproveitar muito mais esse momento da cultura”, porque tá defasada toda essa parte de cultura e arte na cidade. Pensei “eu vou juntar mais artistas e vou fazer uma intervenção artística”, então eu vim com essa proposta de dança e teatro. E eu coloquei um tema para ficar mais fácil para eu criar, por isso tudo girou em torno da paranoia, das coisas que os seres humanos pregam, de gays e lésbicas; de eu não poder fazer isso e aquilo; de eu ser muito gordo ou muito magro. Eu fui criando as cenas e aconteceu, falei “eu vou ‘jogar’ na praça”, e a ideia é mostrar para as autoridades responsáveis que mesmo com todo esse corte na cultura e toda essa indiferença com a arte os meus trabalhos estão mais que presentes. Acho que eu consegui passar essa mensagem.
URE – O legal é que foi na praça, em uma época do ano que a cidade tá movimentada, e é muito importante para São Roque esse momento. E quais foram as dificuldades que vocês tiveram?
James – Então, como eu dou aula na academia Milllenium eu falei “vou usar essa sala”, porque é o único lugar que eu tenho, e todos os meus processos foram lá dentro. Porém, a parte maior, que eram todas as cenas de teatro, eu precisei fazer do lado de fora da Brasital.
URE – Não teve apoio e nem estrutura?
James – Não, não teve. Eu acho que seja essa a dificuldade.
Nós da URE agradecemos a breve entrevista concedida pelo artista James Baptista, e parabenizamos a todos que participaram da intervenção. Estamos juntos nessa luta!
“A CULTURA RESISTE. A CULTURA PERSISTE. A CULTURA EXISTE.”
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