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Coluna do Estadão
22 Setembro 2017 | 05h30
Um novo componente político deve esquentar ainda
mais a disputa interna do PSDB para definir seu candidato à sucessão
presidencial de 2018. A cúpula do governo se movimenta para que a base aliada
de Michel Temer tenha um candidato único e que esse nome seja escolhido em
conjunto. O recado é claro: não ficará restrita ao PSDB a decisão de lançar o
governador Geraldo Alckmin ou o prefeito João Doria. No governo, a avaliação é
que, se o PSDB se recusar a ouvir a opinião dos aliados, “marchará sozinho” na
disputa presidencial.
Na roda. A ideia é que todos os potenciais
nomes da base sejam analisados pelos 11 partidos – o que poderá incluir o
ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD), ou o senador José Serra
(PSDB-SP).
Vem pra cá. Aliás, o PMDB
está interessadíssimo em atrair José Serra para suas fileiras. Até como uma das
alternativas para concorrer ao Planalto.
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