
"Até o momento, nenhum candidato nas eleições presidenciais de 2018 jogou tão bem com as cartas que tinha na mão como Ciro Gomes", escreve o articulista Celso Rocha de Barros; "Ciro fez duas jogadas que, se derem certo, podem lhe dar a presidência. A primeira foi manter distância do discurso petista contra a Lava Jato. Ciro não tem contra si acusações de corrupção", diz; "Por outro lado, Ciro já declarou que não fará aliança com o PMDB. Os picaretas do baixo clero ouvem isso e pensam: 'Opa, aqueles cargos todos que estão com o PMDB podem vir pra gente'. Talvez Ciro não lhes deixe roubar, mas o Centrão se pergunta se não vale a pena testar isso"
247 - "Até o momento, nenhum candidato nas eleições presidenciais de 2018 jogou tão bem com as cartas que tinha na mão como Ciro Gomes", escreve o articulista Celso Rocha de Barros, na Folha. "Sua campanha começou, efetivamente, quando Lula foi preso. A maior parte do legado de Lula ainda está em disputa, mas Ciro conseguiu atrair lulistas suficientes para empatar tecnicamente com Alckmin no segundo pelotão, logo depois de Bolsonaro e Marina". "E Ciro fez duas jogadas que, se derem certo, podem lhe dar a presidência. A primeira foi manter distância do discurso petista contra a Lava Jato. Ciro não tem contra si acusações de corrupção". "Por outro lado, Ciro já declarou que não fará aliança com o PMDB. Os picaretas do baixo clero ouvem isso e pensam: 'Opa, aqueles cargos todos que estão com o PMDB podem vir pra gente'. Talvez Ciro não lhes deixe roubar, mas o Centrão se pergunta se não vale a pena testar isso".
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