PM é apontado por dois dos agressores do congolês como dono do quiosque Biruta —onde Moïse trabalhava

247 - O policial militar Alauir Mattos, apontado como o patrão do congolês Moïse Kabagambe, 24, morto em um quiosque na Barra da Tijuca (RJ), foi intimado nesta terça-feira (2) pela Polícia Civil do Rio de Janeiro a prestar depoimento no inquérito que investiga a morte do jovem.
O nome do policial foi citado por dois dos agressores do congolês como dono do quiosque Biruta —onde Moïse trabalhava— e da Barraca do Juninho, estabelecimentos vizinhos ao quiosque Tropicália, onde o rapaz foi morto a pauladas na noite de 24 de janeiro, informa o UOL.
Ainda de acordo com a reportagem, o depoimento de PM está marcado para acontecer nesta quinta-feira (3) na Delegacia de Homicídios da Capital, mas segundo a irmã do militar, ele já prestou depoimento nesta quarta-feira.
A Polícia quer entender como era a relação do PM com dois dos agressores de Moïse.
Carlos Fábio da Silva Muzi, dono do quiosque Tropicália, onde o congolês foi morto, prestou depoimento nesta terça-feira. De acordo com a Polícia, não há indícios de seu envolvimento no crime. Muzi afirmou que deixou o local antes do crime e que conhecia os agressores de vista.
Nenhum comentário:
Postar um comentário