30/04/2022

PSol deve fechar apoio a Lula, mas deputados trabalham para que partido não componha base aliada de eventual governo

 


Deputados Glauber Braga e Sâmia Bomfim trabalham para estabelecer desde já que a sigla não integre um governo Lula nem a base aliada

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(Foto: Divulgação/PSOL)
 

247 - Apesar de o PSol estar próximo de selar o apoio à candidatura do ex-presidente Lula, deputados federais resistem a possível formação de uma base aliada no Congresso Nacional em um eventual governo Lula. É o que informa a Folha de S.Paulo

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O apoio formal do PSol deve ser anunciado em reunião do partido prevista para este sábado, 30. Entretanto, os deputados Glauber Braga e Sâmia Bomfim trabalham para estabelecer desde já que a sigla não integre um governo Lula nem a base aliada. 

Além disso, a deputada federal Talíria Petrone, que comanda uma das alas mais fortes do PSol, indicou nos bastidores que avalia apoiar moção contrária à participação em um eventual governo petista devido à presença de Geraldo Alckmin na chapa de Lula. 

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De outro lado, Guilherme Boulos e Juliano Medeiros "articulam para que seja formalizada uma aliança sem qualquer restrição", escreve o jornal. 

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Em discussões com o PSol, o PT incluiu no plano de governo de Lula a proposta de revogar a reforma trabalhista de Michel Temer, um ponto de consenso interno no primeiro partido. 

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Presidente nacional do PSol, Medeiros afirma que a prioridade da reunião de sábado é, mesmo com diferenças, a legenda seguir unida.

"Como partido democrático, cada dirigente, parlamentar e militante pode defender suas posições. Agora é hora de tomar uma definição e marchar unidos, independente de diferenças pontuais. O PSOL dará sua contribuição para livrar o Brasil de Bolsonaro", afirma.

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