"O Brasil tem capacidade de produzir e refinar o seu petróleo no país", disse a entidade

247 - A Associação dos Engenheiros da Petrobrás (Aepet) demonstrou posição favorável nesta quinta-feira (8) ao imposto provisório sobre a exportação de petróleo cru da Medida Provisória (MP) 1163/23, que também determinou a volta da cobrança de PIS/Pasep e Cofins nas operações com combustíveis. O governo Lula fixou a alíquota do imposto em 9,2%. A nova regra entrou em vigor neste mês de março e tem duração prevista de quatro meses.
"O Brasil tem capacidade de produzir e refinar o seu petróleo no país", disse a entidade. "A taxação do petróleo cru exportado é a primeira medida louvável do atual governo federal no segmento do petróleo e energia. Está em linha com nossa proposta de que haja limitação dessa exportação, que já representa metade do petróleo produzido no país e reforça o ciclo colonial do tipo primário exportador".
A instituição afirmou que outra medida necessária para restabelecer um ambiente econômico favorável pela previsibilidade nos preços do comércio de combustíveis é a reestatização da BR Distribuidora.
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