Ministro, que anunciou aposentadoria, tem quarto menor acervo de processos no STF. Ele deve ser substituído pelo advogado Cristiano Zanin, provável indicado por Lula

Por Tiago Angelo, Conjur - Ricardo Lewandowski, que anunciou a aposentadoria do cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal para a próxima terça-feira (11/4), deixará um acervo pequeno para o seu sucessor.
Ao final do ano passado, só estavam com o ministro 1.059 processos. De lá para cá, Lewandowski diminuiu ainda mais o número de casos: eram 782 até a tarde de quarta-feira (5/4), o que faz do acervo o quarto menor do STF, ficando atrás só dos de Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes e Rosa Weber.
Cerca de 500 das 782 ações têm decisão e aguardam só a certificação do trânsito em julgado e a baixa para a primeira instância. Quase todo o restante está parado, esperando a resolução de precedentes em julgamentos do Plenário.
"Estou com o gabinete praticamente zerado, só existem alguns processos com pendência de despachos administrativos", disse Lewandowski a jornalistas em 30 de março, quando anunciou a aposentadoria.

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