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Enquanto isso, o mercado aguarda com expectativa a definição do nível da Selic pelo Copom

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247 - Durante o intervalo da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) desta quarta-feira (1), os principais nomes do Banco Central (BC) expressaram sua solidariedade aos funcionários do órgão. Roberto Campos Neto, presidente do BC, juntamente com os demais diretores, aproveitou o momento para se juntar aos servidores em um ato reivindicatório em frente ao edifício-sede do BC. Embora tenham marcado presença na manifestação e posado para fotos, os líderes não discursaram.
Os funcionários do BC consideram a possibilidade de greve neste mês, conforme indicado pelo Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal). O grupo pleiteia uma reestruturação da carreira, incluindo a criação de um bônus de produtividade similar ao da Receita Federal, a exigência de ensino superior para Técnicos do BC e uma mudança na denominação do cargo de Analista. Até o momento, o Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos não apresentou contrapropostas.
Enquanto isso, o mercado aguarda com expectativa a definição do nível da Selic pelo Copom, prevista para ser anunciada a partir das 18h30. A Selic está atualmente fixada em 12,75% ao ano. Em reuniões anteriores, foi sinalizado pelo Copom, incluindo o presidente Roberto Campos Neto, uma previsão unânime de cortes de 0,5 ponto percentual nos próximos encontros.
Com base no mais recente boletim Focus, que reúne perspectivas de analistas de mercado, espera-se um corte de 0,5 ponto percentual na taxa básica, embora algumas projeções indiquem uma redução de 0,25 ponto. A projeção é que, ao final deste ano, a Selic se estabilize em 11,75% ao ano. (Com informações da agência Estadão Conteúdo).

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