O prefeito tem promovido um verdadeiro desmonte: da saúde à educação.
Corte de verbas
Redução de profissionais
Parcerias suspeitas com empresas
Contratos emergenciais sem licitação
Atrasos recorrentes nos pagamentos das funcionárias terceirizadas (merenda e limpeza)
A nova empresa da limpeza não paga vale-transporte, não fornece EPIs, e reduziu ainda mais o número de funcionárias. A anterior já havia saído deixando salários atrasados.
O absurdo é tão grande que há escolas sem funcionários de limpeza que estão pedindo a colaboração das famílias!
Na cozinha, a situação também é grave:
Falta comida para as crianças
Falta pessoal suficiente para atender com dignidade
Há escolas que a empresa interrompeu o contrato com a SME e demitiu os funcionários, deixando as unidades sem merendeiras
E na educação especial não há inclusão e o cenário é ainda pior:
Faltam profissionais de apoio
Contratos encerrados sem reposição
Redução de AVEs, que cuidam da locomoção, alimentação e higiene das crianças com deficiência
Essas denúncias não são recentes . Servidores vêm alertando desde o início do ano — com paralisações, greves e apelos ignorados pela gestão pública.
Estamos sem funcionários , sem materiais, sem recursos… até papel higiênico faltou!
Quem trabalha na rede há anos afirma: nunca viu tanto descaso.
Enquanto isso, diretores comprometidos com a comunidade escolar foram afastados por denunciarem as arbitrariedades. Muitos já foram reconduzidos aos cargos por decisão judicial — porque a verdade aparece.
Talvez — só talvez — entendam que o desmonte da escola pública não é incompetência. É projeto.
#EducaçãoPedeSocorro
#EscolaPúblicaResiste
#ChegaDeDescaso










Nenhum comentário:
Postar um comentário