30/08/2025

Chavoso da USP desmascara Rubinho Nunes e faz a voz da periferia ecoar na ‘Casa do Povo




Na última sessão da chamada “Casa do Povo”, quem de fato honrou o povo foi o Chavoso da USP. Com coragem e clareza, ele enfrentou a farsa montada por Rubinho Nunes, um vereador que nunca pisou na periferia e que insiste em atacar o povo periférico com preconceito e arrogância.

Chavoso não se calou diante das provocações, nem diante das tentativas grotescas de intimidação. Pelo contrário: transformou a CPI dos Pancadões — criada para criminalizar o funk e a juventude periférica — em palco de denúncia das contradições e hipocrisias daqueles que se dizem defensores da ordem. Bastou uma frase verdadeira para desestabilizar Rubinho e expor sua fragilidade política: o crime não está apenas na periferia, ele também está dentro da política, dentro da Câmara Municipal.

E quem é Rubinho Nunes para falar em moral? O mesmo que chamou professores de “vagabundos” foi condenado pela Justiça Eleitoral a oito anos de inelegibilidade, teve o mandato cassado por uso indevido de meios de comunicação, e ainda ousa posar de juiz da moralidade.

A coragem do Chavoso ecoa porque não é apenas pessoal — é coletiva. É a voz de uma periferia cansada de ser tratada como caso de polícia, enquanto os verdadeiros esquemas de poder e corrupção acontecem de terno e gravata, em gabinetes climatizados.

Naquele plenário, quem saiu menor foi Rubinho, que mostrou desespero e desequilíbrio. Quem saiu maior foi o Chavoso, que não se intimidou, não abaixou a cabeça e mostrou que a palavra firme de um jovem periférico pode abalar os alicerces de uma elite política hipócrita.
A verdade incomoda. E ontem, na Câmara Municipal de São Paulo, foi exatamente a verdade periférica que se fez ouvir. 
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