Bolsonaro aguarda a sentença em sua casa.Já para a família dos 700 mil mortos durante a pandemia, a sentença já foi dada.
Enquanto Bolsonaro espera, em liberdade, o dia do julgamento, milhares de famílias vivem diariamente a condenação da ausência.
Não existe recurso e espera contra a dor da cadeira vazia, do abraço interrompido, da voz que nunca mais será ouvida.
Cada cruz nos cemitérios guarda uma história interrompida, amores de alguém, vidas que poderiam ter sido salvas.
A justiça pode até demorar, mas ela não falha.
E quando chegar, que seja em nome da memória dos que se foram e do futuro dos que resistiram.
Sem anistia!

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