16/02/2026

APEOESP REALIZA ATOS NA SEDUC E NO PALÁCIO DOS BANDEIRANTES

 

Assembleia Estadual se realiza no dia 6 de março,

no MASP, na Avenida Paulista, com paralisação

CHEGA DE AUTORITARISMO! EM 2026 VAI TER GREVE!

Conforme deliberação do Conselho Estadual de Representantes,

reunido em 31 de janeiro, a APEOESP realizou no dia 11 de

fevereiro dois importantes atos, como parte da luta em defesa da

nossa categoria e da Educação pública no Estado de São Paulo.

Pela manhã, uma delegação composta por professoras,

professores e mães atípicas esteve no Palácio dos Bandeirantes

para protocolar junto ao chefe de gabinete do governo

estadual documento que expressa a nossa indignação com

a forma como estudantes atípicos e com deficiência, suas

famílias e os professores da Educação especial vêm sendo

tratados e a necessidade de uma política estadual de Educação

inclusiva que atenda às necessidades dos estudantes,

pais, mães e professores.

Importante ressaltar que o governador Tarcísio de Freitas,

exercendo o autoritarismo que o caracteriza, mandou cercar o

Palácio para impedir que nos manifestássemos. Entretanto, o ato

aconteceu e o documento foi protocolado. Esse tipo de atitude

não nos intimida e não nos intimidará.

Pressão fez SEDUC agendar reunião

Após protocolar o documento, juntamente com o professor

Tiago, que é cadeirante, o Segundo Secretário Geral da APEOESP,

Sérgio Cunha, e a Vice Secretária para Assuntos Relativos aos

Trabalhadores em Educação com Deficiência, Regina Sena, a Primeira

Presidenta da APEOESP e Deputada Estadual, Professora

Bebel, informou que o secretário executivo da SEDUC agendou

encontro com a APEOESP após o carnaval para que possamos

dialogar sobre a política necessária de Educação inclusiva. Previamente,

a APEOESP realizará encontros nas subsedes para

indicar propostas e definir representante para a reunião.


ATO NA PRAÇA DA

REPÚBLICA COBRA RESPEITO

E FIM DO AUTORITARISMO

À tarde, na Praça da República, centenas de professores e

também outros segmentos sociais, como estudantes e movimentos

de moradia, participaram de ato para cobrar da SEDUC

emprego, atribuição de aulas justa, fim das resoluções autoritárias,

como a avaliação de desempenho punitiva, a Resolução 8,

que prejudica os professores temporários (cujo dispositivo que

pretende manter os professores três anos fora da rede estadual

está suspenso por liminar conquistada pelo nosso Sindicato) e

outras reivindicações. Não podemos admitir milhares de professores

temporários sem aulas e estudantes sem professores.

Queremos que o governo aplique o reajuste do piso nacional

no salário base e em toda a carreira, e não abono complementar.

Queremos a aplicação correta da jornada do piso - 26 horas

com estudantes e 14 para preparação de aulas, elaboração e

correção de provas e trabalhos -, formação continuada e outras

atividades. Queremos o cancelamento da reorganização escolar,

reabertura de classes fechadas, retirada imediata do projeto de

reforma administrativa da Educação (PL 1316/2025), entre outras

demandas da nossa pauta.

Frente ao nosso ato, a SEDUC marcou reunião no dia 23/2

sobre as questões relativas à atribuição de aulas e assuntos

relacionados.

Para conquistar essas reivindicações e resistir aos ataques

do governo Tarcísio, a saída é a greve e ela vem sendo debati4

Secretaria de Comunicação

da com a base da nossa categoria. Nossa assembleia estadual,

com paralisação, está agendada para dia 6 de março, no MASP,

seguida de caminhada e ato com todo o funcionalismo.

Procure a subsede da APEOESP na região e integre-se à mobilização!

APEOESP CONQUISTA

MAIS UMA LIMINAR

Justiça vetou retirada de adicional para

Professor Articulador Por Área De Conhecimento

Por meio da Resolução SEDUC nº 163/2025, o governo Tarcísio

alterou a nomenclatura da função de Coordenador de Gestão

Pedagógica por Área de Conhecimento para Professor Articulador

por Área de Conhecimento, com a consequente supressão

do pagamento do Adicional de Complexidade de Gestão (ACG),

mantendo, porém, as mesmas atribuições funcionais.

Frente a isso, a APEOESP ingressou com ação judicial e obteve

liminar para que o Estado continue pagando a ACG a esses

profissionais.

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