#Agora - Motoboys protestam em todo o estado contra exigências do Detran-SP para trabalho com moto
Motoboys e mototaxistas realizam manifestações em diversas cidades de São Paulo contra a exigência de regularização para o exercício da profissão. A mobilização ocorre após o aumento da fiscalização e da cobrança do curso obrigatório de motofrete, prova teórica e registro ativo para trabalhar legalmente.
Embora muitos profissionais considerem a medida “nova”, as exigências já existiam na legislação. O que mudou foi a aplicação mais rigorosa por parte do Detran-SP, que passou a intensificar abordagens nas ruas. Há relatos de multas, apreensão de motos e impedimento de atuação para quem não está regularizado.
Para exercer a atividade, é necessário ter mais de 21 anos, CNH categoria A há pelo menos dois anos, habilitação sem suspensão e curso especializado em instituição credenciada, além da aprovação em exame teórico. Após a validação, o registro é incluído no sistema nacional.
Os trabalhadores reclamam principalmente dos custos do curso e pedem que empresas de delivery ajudem a arcar com as despesas. Segundo os manifestantes, a exigência afeta diretamente quem depende da moto para sustentar a família e pode reduzir o número de profissionais nas ruas.
As manifestações ocorrem em vários pontos do estado e podem causar lentidão no trânsito ao longo do dia. A categoria afirma que continuará mobilizada até que haja revisão das medidas ou apoio financeiro para a regularização.
Gerada por I.A
Motoboys e mototaxistas realizam manifestações em diversas cidades de São Paulo contra a exigência de regularização para o exercício da profissão. A mobilização ocorre após o aumento da fiscalização e da cobrança do curso obrigatório de motofrete, prova teórica e registro ativo para trabalhar legalmente.
Embora muitos profissionais considerem a medida “nova”, as exigências já existiam na legislação. O que mudou foi a aplicação mais rigorosa por parte do Detran-SP, que passou a intensificar abordagens nas ruas. Há relatos de multas, apreensão de motos e impedimento de atuação para quem não está regularizado.
Para exercer a atividade, é necessário ter mais de 21 anos, CNH categoria A há pelo menos dois anos, habilitação sem suspensão e curso especializado em instituição credenciada, além da aprovação em exame teórico. Após a validação, o registro é incluído no sistema nacional.
Os trabalhadores reclamam principalmente dos custos do curso e pedem que empresas de delivery ajudem a arcar com as despesas. Segundo os manifestantes, a exigência afeta diretamente quem depende da moto para sustentar a família e pode reduzir o número de profissionais nas ruas.
As manifestações ocorrem em vários pontos do estado e podem causar lentidão no trânsito ao longo do dia. A categoria afirma que continuará mobilizada até que haja revisão das medidas ou apoio financeiro para a regularização.

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