Vamos entender o que está acontecendo no ataque dos Estados
Unidos, Israel ao Irã.
Primeiro, os
ataques iniciais dos EUA e Israel tiveram como objetivo atingir lideranças e
estruturas estratégicas do Irã. A expectativa era enfraquecer o regime iraniano
e até provocar sua queda. No entanto, isso não aconteceu. Ao contrário, diante
de um ataque externo, parte da população acabou se unindo em torno do governo e
defendendo seu país.
Esse conflito não
se limita a um embate direto. Ele envolve questões maiores, como a causa
palestina e as disputas territoriais no Oriente Médio, porque
há uma expansão territorial de Israel, basta o que eles estão fazendo no Líbano.
Outro ponto importante é o impacto global. A guerra já
pressiona os mercados internacionais e afeta diretamente o preço do petróleo e já
há falta de combustível em vários locais do mundo. Isso pode gerar inflação,
crise energética e dificuldades econômicas em vários países.
Ainda você tem o risco crescente de uma greve crise
econômica mundial, que os mercados já não andam bem e se o preço do petróleo pode
chegar a 170, a 200 dólares.
Também se observa
uma mudança na forma de atuação internacional dos EUA. Em vez de priorizar
negociações e diplomacia, cresce o uso da força militar como estratégia
principal. Isso aumenta a insegurança global e enfraquece mecanismos de
mediação entre países.
Depois você tem uma constatação que os Estados
Unidos deixaram de priorizar a luta pela hegemonia de ideias, agora é pela
força, pela brutalidade. Foi assim na Venezuela, agora é no Irã, amanhã pode
ser em Cuba, na Groenlândia, no Brasil, em qualquer lugar. Não existe mais a
ideia do respeito às fronteiras dos outros países. E os Estados Unidos também
fizeram uma coisa terrível, mataram a ONU, então não há mais onde fazer
negociação.
Há ainda a questão
do programa nuclear iraniano. Estados Unidos e Israel justificam suas ações
como uma tentativa de impedir que o Irã desenvolva armas nucleares. Por outro
lado, não há comprovação definitiva de que o país possua essa capacidade neste
momento, o que torna o tema ainda mais controverso e semelhante a outros
conflitos do passado, como no Iraque.
Quais são os próximos passos dessa guerra de
quase depois de um mês de guerra? Os Estados Unidos fracassaram nos ataques e agora
eles precisam tentar liberar o Estrito do Mundo, que já está aberto, mas só que
os navios americanos não passam, mas de outros países estão passando.
A crise energética já começa a dar sinais em diferentes
partes do mundo, afetando países e pressionando economias. O Brasil, por ter
alternativas como o etanol, pode sentir impactos de forma diferente, mas ainda
assim não está totalmente protegido.
Os Estados Unidos falaram que iam negociar com o Irã,
parar os ataques. A indústria, a parte elétrica, eles já bombardearam.
E,
na verdade, a China, 15 dias atrás, mandou um recado para o Irã. Essas
negociações, elas não são de verdade, elas são fajutas, só para ganhar tempo,
porque eles preparam um ataque por terra ao Irã, não se sabe se é no estreito
de Ormuz, nas centrais nucleares.
Ninguém
prova que o Irã tem a tal da bomba atômica. Isso aí parece a guerra do Iraque,
falavam que tinha e não tinha. Esse vai acirrar a guerra, e vai ter
consequências brutais sobre todos os países do mundo, e nós podemos assistir,
especialmente no mês de abril, um acirramento das tensões e envolvimento de
outros países.
Ainda lembrar que aproximadamente 3 mil fuzileiros
navais chegaram ao Oriente Médio para fazer essa operação militar.
Diante disso,
cresce o temor de uma escalada ainda maior, com consequências graves para o
mundo inteiro. Ainda que falar em uma guerra mundial seja uma hipótese extrema,
o nível de tensão é alto e exige atenção.
Mas vamos confiar
em Deus, em Nossa Senhora, que ela proteja o Brasil, proteja o nosso povo,
porque, se depender dos dirigentes do mundo, especialmente Netanyahu e Trump, o
mundo pode caminhar para uma 3ª Guerra Mundial.
Lutemos pela PAZ!

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