A proposta da Prefeitura de SP prevê um reajuste parcelado, sendo 2% em 2026 e o percentual restante até maio de 2027. Durante a negociação, a Prefeitura “assumiu o compromisso de antecipar o pagamento da segunda parcela para novembro ou dezembro de 2026, condicionado à compatibilidade com as metas fiscais e à disponibilidade orçamentária e financeira, bem como reajustar o Auxílio-Refeição e o Vale-Alimentação a partir de maio de 2026”.
A categoria, no entanto, não aceitou a proposta. Em assembleia realizada após a reunião, os servidores deliberaram pela greve.
Veja trecho da nota:
“Na reunião realizada em 28 de abril de 2026, a proposta apresentada prevê reajuste linear de 3,51%, a ser aplicado em duas etapas: 2% em 2026 e o percentual complementar até maio de 2027. No âmbito das negociações com as entidades representativas dos servidores, a Administração assumiu o compromisso de antecipar o pagamento da segunda parcela para novembro ou dezembro de 2026, condicionado à compatibilidade com as metas fiscais e à disponibilidade orçamentária e financeira, bem como reajustar o Auxílio-Refeição e o Vale-Alimentação a partir do mês de maio de 2026.”
O custo do reajuste salarial é de R$ 1,1 bilhão ao ano, abrangendo servidores ativos, aposentados e pensionistas com paridade, da Administração Direta e Indireta.

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