09/04/2026

Edital seleciona projetos de inovação no Amazonas, Pará e Rondônia

 


 Agência Brasil

No total, será destinado um montante de R$ 1,8 milhão para 9 propostas
Luciano Nascimento - Repórter da Agência Brasil
Publicado em 09/04/2026 - 15:37
São Luís
Belém (PA), 06/06/2025 - Semente de cacau da fábrica de chocolate Filha do Combu, a casa do chocolate da Dona Nena (Izete Costa), na Ilha do Combu, região metropolitana de Belém. Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
© Tânia Rêgo/Agência Brasil
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Estão abertas até o dia 19 de abril de 2026 as inscrições para o edital do Projeto Rural Sustentável (PRS) – Amazônia, voltado para a inovação aplicada às cadeias produtivas ligadas à iniciativa nos estados do Pará, Rondônia e Amazonas. No total, será destinado um montante de R$ 1,8 milhão para nove propostas de soluções inovadoras na região. As inscrições podem ser feitas aqui.

Cada proposta receberá até R$ 200 mil para o desenvolvimento de soluções práticas com potencial de impacto nas cadeias produtivas apoiadas pelo projeto. No Pará, o foco é nas cadeias do cacau e açaí; em Rondônia, em peixes redondos e café robusta; e, no Amazonas, na castanha-do-Brasil e no pirarucu de manejo.

O edital contempla três categorias ligadas à sociobioeconomia, economia circular e agregação de valor, com propostas que contribuam para melhorias na produção, no beneficiamento, no aproveitamento de subprodutos, nas condições de trabalho e no acesso a mercados.

Cada instituição poderá enviar uma proposta. As iniciativas inscritas devem ter capacidade de implementação e geração de resultados em até quatro meses.


Lançado em 2022, durante a 27ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), no Egito, o PRS-Amazônia atua por meio de capacitações, ações em campo e da parceria com 30 organizações socioprodutivas (OSPs) do Amazonas, Pará e Rondônia.

O projeto tem o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) como beneficiário institucional, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) como gestor dos recursos e o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e Sustentabilidade (IABS) como executor. O financiamento é feito pelo governo do Reino Unido.

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