da Polícia Federal
Operação Fortuito 4 apura esquema de pirâmide financeira em escala global; ação cumpre bloqueio de R$ 300 milhões em bens do grupo criminoso

Imagem: ilustração
Rio de Janeiro/RJ. Nesta quinta-feira, 21/5, a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/RJ) deflagrou a Operação Fortuito 4, com o objetivo de combater uma organização criminosa voltada para a prática de crimes financeiros e lavagem de dinheiro.
Policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão e oito medidas cautelares diversas da prisão impostas aos investigados, nas cidades do Rio de Janeiro, de Macaé, no estado do Rio de Janeiro; na capital paulista e em São José dos Campos/SP.
No âmbito das medidas cautelares, a Justiça determinou o bloqueio de R$ 300 milhões em bens pertencentes ao grupo criminoso investigado. Nesse contexto, diversos imóveis e bens foram sequestrados, incluindo embarcações.
A deflagração de hoje é desdobramento da prisão em flagrante de uma investigada por posse ilegal de arma de fogo, ocorrida em maio de 2024. Na investigação decorrente da ação, além da comprovação da prática dos crimes de falsidade ideológica e de porte ilegal de arma, verificou-se que os alvos operavam um esquema de pirâmide financeira global, com atuação evidenciada ao menos no Brasil, na Ucrânia e no Japão.
As apurações também revelaram bens móveis e imóveis registrados em nome de terceiros, evidenciando a prática da lavagem de dinheiro por parte da organização criminosa.
Além dos crimes contra o sistema financeiro nacional, os investigados poderão responder por organização criminosa e por lavagem de dinheiro.
A FICCO/RJ atua com base no conceito de força-tarefa, tendo como objetivo fortalecer o enfrentamento às organizações criminosas mediante atuação conjunta e coordenada das instituições de segurança pública, sob coordenação da Polícia Federal.
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