do SINTAEMA
A crise no abastecimento de água em São José dos Campos ganhou um novo capítulo nesta quarta (22). Após 70% a população ficar sem água, moradores realizaram um protesto em frente à unidade da Sabesp, cobrando explicações e uma solução definitiva para o problema. “Queremos tomar banho”, cobram os manifestantes.
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A mobilização é mais um retrato da insatisfação crescente da população com os serviços prestados pela Sabesp privatizada.
Durante a manifestação, moradores denunciaram a falta de informações claras, a demora para normalização do serviço e os impactos causados pela interrupção. Escolas, estabelecimentos comerciais e serviços públicos também foram afetados, obrigando muitos a improvisar para manter as atividades.
Para o Sintaema, o protesto demonstra que a população está cansada de pagar a conta de um modelo de gestão que prometeu eficiência, mas entrega instabilidade.
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“Não se trata de um episódio isolado. Nos últimos dois anos, desde a privatização da Sabesp, sucessivos rompimentos de adutoras, vazamentos, explosões, crateras e longos períodos de desabastecimento passaram a fazer parte da rotina em diversas cidades paulistas”, lembra da direção do Sintaema.
A revolta dos moradores de São José dos Campos não é apenas contra a falta de água. É um recado de que o saneamento básico não pode ser tratado como um negócio qualquer. Água é um direito fundamental e exige planejamento, investimento permanente e compromisso com o interesse público.
O Sintaema segue acompanhando a situação e reforça sua solidariedade à população atingida, cobrando que a Sabesp apresente soluções efetivas para garantir um abastecimento seguro, contínuo e de qualidade aos moradores de São José dos Campos.






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