Carros ainda não prestam serviços na região de Sorocaba e Itapeva,
prefeituras só recebem verba do Ministério da Saúde se serviço funcionar
G1
O Serviço de
Atendimento Móvel de Urgência (Samu) tem dezenas ambulâncias novas, em cidades
do interior de São Paulo, que ainda não estão em funcionamento. Cada Prefeitura
recebe do Ministério da Saúde R$ 12,5 mil por mês para manutenção das
ambulâncias, mas o Ministério afirmou que o repasse só acontece se o serviço
estiver funcionando.
Em Itapeva, a 270 quilômetros de São Paulo, sete ambulâncias, doadas pelo Ministério da Saúde no ano passado, estão cheias de poeira. Cada uma custou mais de R$ 100 mil. O equipamento é moderno, mas a população não tem acesso.
Na região de Itapeva, o prédio do Samu passa por reformas. A previsão é que apenas em janeiro de 2012 as ambulâncias estejam nas ruas.
O secretário de Saúde de Itapeva, Marco André de Oliveira, aconteceram problemas de repasse do recurso para poder fazer licitação e construção do Samu, com verbas do Ministério da Saúde.
Na região de Sorocaba, são 13 ambulâncias novas, equipadas e que nunca socorreram ninguém. Elas estão paradas há um ano e vão continuar estacionadas pelos próximos meses. Só vão sair das garagens se houver um entendimento entre os secretários municipais de Saúde, que pretendem formar o Samu regional.
As cidades menores
não têm condições de manter sozinhas o serviço móvel de urgência. Alegam que
sai caro pagar enfermeiros e médicos. Por isso, precisam se unir para dividir
os custos.
O secretário de Saúde
de Sorocaba, Ademir Watanabe, o tempo de espera é necessário. "Acho que é
o tempo necessário para que todas as cidades estejam completamente habilitadas
e legalizadas para funcionar o Samu regional", afirmou.
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